domingo, outubro 24, 2021
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Justiça nega pedido de habeas corpus de Waguinho Anabal

A 1ª Vara Criminal de Seropédica negou o pedido de habeas corpus de Wagner Oliveira de Souza, filho do prefeito de Seropédica, Anabal Barbosa de Souza.  A decisão, do desembargador Marcelo Buhatem, foi proferida durante o plantão judiciário de domingo (15).

O policial militar Wagner Oliveira de Souza, o Waguinho Anabal, foi denunciado pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), na última sexta-feira (13) por extorsão, constrangimento ilegal e coação no curso do processo.  Também foi denunciado Fábio Silva de Moura, por envolvimento o crime de coação. Os mandados de prisão e de busca e apreensão foram expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Criminal de Seropédica.

Segundo a denúncia, Waguinho fazia uso da condição de filho do prefeito em exercício para exigir altas quantias em dinheiro do proprietário de uma empresa que p

A 1ª Vara Criminal de Seropédica negou o pedido de habeas corpus de Wagner Oliveira de Souza, filho do prefeito de Seropédica, Anabal Barbosa de Souza.  A decisão, do desembargador Marcelo Buhatem, foi proferida durante o plantão judiciário de domingo (15).

O policial militar Wagner Oliveira de Souza, o Waguinho Anabal, foi denunciado pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), na última sexta-feira (13) por extorsão, constrangimento ilegal e coação no curso do processo.  Também foi denunciado Fábio Silva de Moura, por envolvimento o crime de coação. Os mandados de prisão e de busca e apreensão foram expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Criminal de Seropédica.

Segundo a denúncia, Waguinho fazia uso da condição de filho do prefeito em exercício para exigir altas quantias em dinheiro do proprietário de uma empresa que possuía contrato de prestação de serviços com a prefeitura. De acordo com o MP, Waguinho diversas vezes constrangeu e ameaçou a vítima, afirmando que, caso não recebesse a vantagem ilícita, o município não pagaria à empresa a integralidade do valor devido pelo contrato. A denúncia afirma ainda que Waguinho chegou a exigir pagamento no equivalente a 50% do valor do contrato, como condição para o integral recebimento dos valores devidos pelo município.

De acordo com o MP, em um dos encontros, Waguinho colocou uma pistola em cima da mesa e “manteve constante manuseio do armamento” para intimidar a vítima. Na ocasião, o PM relatou que sabia do fato de que a vítima havia prestado depoimento no Ministério Público e perguntou ao empresário, diversas vezes, o que ele havia relatado.

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