Cientista da UFRRJ descobre nova espécie de begônia na Ilha Grande

Classificação dada pelo Inea é como vulnerável

Eliane de Lima Jacques, professora do Departamento de Botânica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e curadora do herbário no campus de Seropédica, foi a responsável por identificar uma nova espécie de begônia na Ilha Grande, município de Angra dos Reis. A planta é comumente vista em vegetação de Mata Atlântica.

A begônia – já reconhecida e descrita em artigo da revista científica Phytotaxa – foi batizada por Eliane de Lima Jacques como “isadorae” como uma homenagem à sua filha: “Os taxonomistas [quando descobrem uma nova espécie] podem atribuir um nome relacionado a alguma característica da espécie, à localidade de origem ou fazer uma homenagem a alguém. Na minha última espécie descrita, fizemos uma homenagem à minha única filha, Isadora Jacques”, explica a professora.

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Begônia isadorae: cientista homenageou a filha ao nomear nova espécie de begônia (Divulgação)

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De acordo com a UFRRJ, a begônia isadorae foi encontrada nas áreas mais preservadas do Parque Estadual da Ilha Grande, unidade de conservação administrada pelo Inea (Instituto Estadual do Ambiente), que a classificou preliminarmente como vulnerável por suas populações muito pequenas e distribuição restrita.

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Redação

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