sábado, outubro 23, 2021
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Operação Desembaraço é deflagrada em Itaguaí

Ação das Receitas estadual e federal tinham como objetivo combater a sonegação Auditores Fiscais da Receita Estadual do Rio de Janeiro (Sefaz-RJ) e da Receita Federal do Brasil (RFB) deflagraram na quinta-feira (17) a Operação Desembaraço, que tinha como desarticular e colher provas relativas à atuação de um grupo empresarial estruturado para sonegar impostos estaduais e federais na importação de mercadorias. De acordo com as investigações, o grupo importou, desde 2015, um total de R$ 210 milhões em produtos. A operação aconteceu em Cordovil e em Itaguaí. De acordo com o titular da Delegacia de Fiscalização de Comércio Exterior da Receita Federal no estado, Paulo Ximenes , foram retidas cerca de 30 toneladas de artigos de vestuário feminino, provenientes da China, entre eles, aproximadamente 15 mil bolsas e mochilas, 10 mil cart

Ação das Receitas estadual e federal tinham como objetivo combater a sonegação

Auditores Fiscais da Receita Estadual do Rio de Janeiro (Sefaz-RJ) e da Receita Federal do Brasil (RFB) deflagraram na quinta-feira (17) a Operação Desembaraço, que tinha como desarticular e colher provas relativas à atuação de um grupo empresarial estruturado para sonegar impostos estaduais e federais na importação de mercadorias. De acordo com as investigações, o grupo importou, desde 2015, um total de R$ 210 milhões em produtos. A operação aconteceu em Cordovil e em Itaguaí.

De acordo com o titular da Delegacia de Fiscalização de Comércio Exterior da Receita Federal no estado, Paulo Ximenes , foram retidas cerca de 30 toneladas de artigos de vestuário feminino, provenientes da China, entre eles, aproximadamente 15 mil bolsas e mochilas, 10 mil carteiras e 130 mil peças de roupas (vestidos, blusas, saias e macacões).

A ação contou com a participação de sete Auditores Fiscais da Receita Estadual do Rio e quatro Auditores Fiscais da Delegacia Especial de Fiscalização de Comércio Exterior da Receita Federal do Brasil (Decex/RJO).As investigações foram iniciadas após a Aduana da Receita Federal do Brasil identificar indícios de interposição fraudulenta de contribuintes na importação. A Inteligência da Receita Estadual, por sua vez, constatou a prática de importação pelo grupo empresarial por meio da filial de Alagoas, quando o verdadeiro destinatário final dos produtos era a matriz, localizada no Rio de Janeiro.

Ainda segundo, Paulo Ximenes, o esquema visava promover a concorrência desleal, uma vez que as empresas interpostas se apresentavam como importadoras dos bens.

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