quinta-feira, outubro 21, 2021
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Detran tem nova ferramenta de pesquisa para evitar fraudes

O Detran do Rio de Janeiro conta agora com um grande aliado no combate a fraudes. Trata-se de um dispositivo de pesquisa que permite saber, no momento da inclusão do serviço de Troca Real de Infrator (TRI), se a multa está sendo repassada para pessoas registradas com óbito. Isso porque a Coordenadoria de Julgamento e Controle de Infrações suspeita que um grande número de infrações estaria sendo atribuído ao mesmo CPF, o que trouxe à tona a necessidade do dispositivo. Por meio de uma pesquisa nos processos abertos, foram verificadas cerca de duas mil multas com TRI para pessoas mortas nos últimos cinco anos. A investigação revelou também que um único CPF recebeu 413 infrações. A fraude foi descoberta com a união dos setores de Identificação Civil e de Tecnologia da Informação, que cruzaram o banco de dados das carteiras de identidade

O Detran do Rio de Janeiro conta agora com um grande aliado no combate a fraudes. Trata-se de um dispositivo de pesquisa que permite saber, no momento da inclusão do serviço de Troca Real de Infrator (TRI), se a multa está sendo repassada para pessoas registradas com óbito. Isso porque a Coordenadoria de Julgamento e Controle de Infrações suspeita que um grande número de infrações estaria sendo atribuído ao mesmo CPF, o que trouxe à tona a necessidade do dispositivo.

Por meio de uma pesquisa nos processos abertos, foram verificadas cerca de duas mil multas com TRI para pessoas mortas nos últimos cinco anos. A investigação revelou também que um único CPF recebeu 413 infrações. A fraude foi descoberta com a união dos setores de Identificação Civil e de Tecnologia da Informação, que cruzaram o banco de dados das carteiras de identidade com o sistema estadual de multas. Desde o início de abril, já foram identificadas 22 tentativas de fraude.

A verificação da irregularidade é realizada durante a abertura do procedimento de TRI. Logo em seguida, o processo é encaminhado à Corregedoria, para análise de participação de servidores do departamento e, posteriormente, à Polícia Civil, para investigação e abertura de inquérito que possa enquadrar os envolvidos por falsidade ideológica. 

Segundo o Detran, a nova ferramenta impossibilitará o andamento do procedimento de TRI para quem tenha tentado usar CPFs de pessoas mortas. Já em relação aos dois mil casos que concluíram o processo nos últimos cinco anos, estão sendo tomadas as medidas legais para que as apresentações sejam canceladas, e todos os envolvidos sejam investigados.

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