quarta-feira, outubro 20, 2021
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Ex-prefeito de Seropédica, esposa e filho acusados de desviar R$ 4 mi da Prefeitura em 2017

 

OPERAÇÃO PREGÃO Policiais civis da Delegacia de Defraudações (DDEF) realizam na manhã desta segunda-feira (3), a operação “Pregão” para apurar um esquema fraudulento junto à Prefeitura de Seropédica no ano de 2017. De acordo com a Polícia Civil, os agentes cumprem 26 mandados de busca e apreensão contra cinco indiciados e 14 investigados e suspeitos de desviarem cerca de R$ 4 milhões por meio de contratos irregulares. A Polícia Civil divulgou que, até o momento, os agentes apreenderam duas armas.

A Polícia Civil informou que entre os indiciados estão um ex-prefeito de Seropédica, Anabal Barbosa, sua mulher, Sônia Oliveira de Souza, que foi secretária de Educação, Cultura e Esporte do município, e o filho dele, Wagner Oliveira de Souza, apontado como operador do esquema fraudulento.
Segundo as investigações, entr

 

OPERAÇÃO PREGÃO Policiais civis da Delegacia de Defraudações (DDEF) realizam na manhã desta segunda-feira (3), a operação “Pregão” para apurar um esquema fraudulento junto à Prefeitura de Seropédica no ano de 2017. De acordo com a Polícia Civil, os agentes cumprem 26 mandados de busca e apreensão contra cinco indiciados e 14 investigados e suspeitos de desviarem cerca de R$ 4 milhões por meio de contratos irregulares. A Polícia Civil divulgou que, até o momento, os agentes apreenderam duas armas.

A Polícia Civil informou que entre os indiciados estão um ex-prefeito de Seropédica, Anabal Barbosa, sua mulher, Sônia Oliveira de Souza, que foi secretária de Educação, Cultura e Esporte do município, e o filho dele, Wagner Oliveira de Souza, apontado como operador do esquema fraudulento.
Segundo as investigações, entre fevereiro e setembro de 2017, foram firmados 14 contratos com altos valores e dispensa de licitação, no momento em que o município estava em estado de calamidade financeira decretado. A maioria das empresas contratadas apresentava atividades principais totalmente incompatíveis com os serviços e produtos contratados.
Calcula-se que o valor total desviado gire em torno de R$ 4 milhões, quantia que levou não só ao agravamento da calamidade financeira, como repercutiu diretamente nos serviços públicos prestados. Entre as consequências estão falta de merenda nas escolas municipais e falta de insumos hospitalares.
A Polícia Civil ressaltou que todos os envolvidos responderão por crime de peculato, corrupção passiva, tráfico de influência, irregular dispensa de licitação e organização criminosa.

 

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