quarta-feira, outubro 20, 2021
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MP-RJ decreta a prisão preventiva de Waguinho do Anabal

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (GAECC), deflagrou nesta sexta-feira (13), uma operação para prender o policial militar Wagner Oliveira de Souza, conhecido Waguinho, filho do prefeito de Seropédica, denunciado por extorsão, constrangimento ilegal e coação no curso do processo. Também foi denunciado Fábio Silva de Moura, por envolvimento o crime de coação. Os mandados de prisão e de busca e apreensão foram expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Criminal de Seropédica.
De acordo com a denúncia, Waguinho fazia uso da condição de filho do prefeito em exercício para exigir altas quantias em dinheiro do proprietário de uma empresa que possuía contrato de prestação de serviços com a prefeitura. Segundo o MP, Waguinho diversas vezes constrangeu e ameaç

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (GAECC), deflagrou nesta sexta-feira (13), uma operação para prender o policial militar Wagner Oliveira de Souza, conhecido Waguinho, filho do prefeito de Seropédica, denunciado por extorsão, constrangimento ilegal e coação no curso do processo. Também foi denunciado Fábio Silva de Moura, por envolvimento o crime de coação. Os mandados de prisão e de busca e apreensão foram expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Criminal de Seropédica.

De acordo com a denúncia, Waguinho fazia uso da condição de filho do prefeito em exercício para exigir altas quantias em dinheiro do proprietário de uma empresa que possuía contrato de prestação de serviços com a prefeitura. Segundo o MP, Waguinho diversas vezes constrangeu e ameaçou a vítima, afirmando que, caso não recebesse a vantagem ilícita, o município não pagaria à empresa a integralidade do valor devido pelo contrato. A denúncia afirma ainda que Waguinho chegou a exigir pagamento no equivalente a 50% do valor do contrato, como condição para o integral recebimento dos valores devidos pelo município.

De acordo com o MP, em um dos encontros, Waguinho colocou uma pistola em cima da mesa e “manteve constante manuseio do armamento” para intimidar a vítima. Na ocasião, o PM relatou que sabia do fato de que a vítima havia prestado depoimento no Ministério Público e perguntou ao empresário, diversas vezes, o que ele havia relatado.

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