sexta-feira, outubro 22, 2021
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Charlinho e esposa com nome em lista comprometedora

Prefeito de Itaguaí e esposa aparecem em conteúdo que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras encaminhou ao Ministério Público Federal, com movimentação suspeita de R$ 81 milhões A imprensa noticiou mais um petardo que pode comprometer a honorabilidade do prefeito de Itaguaí, Carlo Busatto Junior (MDB), o Charlinho, e de sua esposa, a ex-deputada estadual Andrea Cristina Marcello Busatto (PDT). Segundo veículos como o Jornal O Estado de São Paulo e a Revista Veja, Charlinho e Andrea aparecem numa que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) enviou ao Ministério Público Federal, em junho do ano passado, seis meses depois de os técnicos do conselho produzirem a lista sobre movimentações suspeitas de funcionários do gabinete de Flávio Bolsonaro. Segundo o Coaf, o casal foi citado em comunicações de movimentação s

Prefeito de Itaguaí e esposa aparecem em conteúdo que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras encaminhou ao Ministério Público Federal, com movimentação suspeita de R$ 81 milhões

A imprensa noticiou mais um petardo que pode comprometer a honorabilidade do prefeito de Itaguaí, Carlo Busatto Junior (MDB), o Charlinho, e de sua esposa, a ex-deputada estadual Andrea Cristina Marcello Busatto (PDT). Segundo veículos como o Jornal O Estado de São Paulo e a Revista Veja, Charlinho e Andrea aparecem numa que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) enviou ao Ministério Público Federal, em junho do ano passado, seis meses depois de os técnicos do conselho produzirem a lista sobre movimentações suspeitas de funcionários do gabinete de Flávio Bolsonaro. Segundo o Coaf, o casal foi citado em comunicações de movimentação suspeita no total de R$ 81 milhões, entre 2011 e 2016.

De acordo com as reportagens, em nome da ex-deputada Andrea constam movimentações suspeitas no valor de R$ 27,7 milhões. Os textos informam que a primeira comunicação foi em 2013 e diz respeito à compra de três imóveis no valor de R$ 980 mil. A segunda foi por causa da movimentação de R$ 23,9 milhões entre 2011 e 2013 em uma conta no Banco do Brasil de Mangaratiba. “Em análise da movimentação dos titulares foi percebida a disparidade quando comparada à capacidade financeira em cadastro”, diz o Coaf.

Além do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), citado pelo Coaf por ter recebido R$ 96 mil de forma fracionada entre junho e julho de 2017, as movimentações financeiras de outros 21 deputados e seis ex-deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) também foram citadas em comunicações do órgão por apresentarem atipicidades.

O Jornal o Estado de São Paulo garantiu que procurou todos os deputados e ex-deputados citados na reportagem. Os órgãos de imprensa salientaram que o casal Andreia e Carlo Busatto informou que não foi notificado oficialmente sobre o relatório e só vai se manifestar após ter acesso ao documento.

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