terça-feira, dezembro 7, 2021
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CCR vence leilão e vai administrar Rio-Santos de Ubatuba (SP) a Campo Grande, zona oeste do Rio

Concessão prevê construção de três praças de pedágio: em Paraty, Mangaratiba e Itaguaí

Mais uma etapa transcorreu. Esta, decisiva. E o Grupo CCR – antiga Companhia de Concessões Rodoviárias – venceu e vai administrar o trecho da Rio-Santos entre Ubatuba e Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro. O leilão aconteceu na sexta-feira (29) e definiu a empresa que vai explorar a rodovia e promover melhoras nela (por exemplo, 80km de duplicação a partir do 6º ano). A CCR venceu a Ecorodovias ao oferecer o desconto máximo da tarifa de pedágio previsto no edital de 15,31%. Entre Ubatuba e Campo Grande, é claro, há várias cidades, dentre elas Itaguaí e Mangaratiba, que vão ter uma praça de pedágio cada uma. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) já calculou as tarifas, e os valores de outubro de 2019 (portanto, tendem a aumentar) ficam, em média, entre R$ 4 e R$ 5,20. Ainda não se sabe quando começam a

Mais uma etapa transcorreu. Esta, decisiva. E o Grupo CCR – antiga Companhia de Concessões Rodoviárias – venceu e vai administrar o trecho da Rio-Santos entre Ubatuba e Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro.

O leilão aconteceu na sexta-feira (29) e definiu a empresa que vai explorar a rodovia e promover melhoras nela (por exemplo, 80km de duplicação a partir do 6º ano). A CCR venceu a Ecorodovias ao oferecer o desconto máximo da tarifa de pedágio previsto no edital de 15,31%.

Entre Ubatuba e Campo Grande, é claro, há várias cidades, dentre elas Itaguaí e Mangaratiba, que vão ter uma praça de pedágio cada uma. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) já calculou as tarifas, e os valores de outubro de 2019 (portanto, tendem a aumentar) ficam, em média, entre R$ 4 e R$ 5,20. Ainda não se sabe quando começam as obras e qual é a previsão de operação.

DUPLICAÇÃO E DESCONTO

Uma das previsões diz respeito justamente às obras: a duplicação de 80,1 km da rodovia entre o Mangaratiba e Angra dos Reis (do km 416 ao km 496,1), a construção de 33,1 km de faixas adicionais e de 10,6 km de faixas marginais devem acontecer entre o quinto e o nono ano da concessão, cujo prazo total é de 30 anos. Principalmente nos primeiros nove anos é que se deve aplicar os investimentos de R$ 14,8 bilhões.

O projeto ainda inclui ainda a implantação do sistema free-flow de pedágio. Essa modalidade substitui a cobrança em praças físicas de pedágios ao longo da rodovia por um sistema de custo por quilômetro rodado. Mas esta opção deve ser usada apenas na chegada a São Paulo.

Também está previsto monitoramento com câmeras automáticas para a identificação de incidentes, wi-fi para emergência e iluminação por LED em toda a rodovia. Outra inovação é o Desconto de Usuário Frequente (DUF), algo que deverá ser muito útil a quem mora em Itaguaí e Mangaratiba.

Há previsão de realização de audiências públicas para discutir com a população a construção das praças de pedágio.

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