segunda-feira, outubro 25, 2021
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Dívidas dificultam futuro dos clubes cariocas

Nem bem terminou a temporada e os grandes clubes brasileiros começam a se movimentar e a divulgar seus planos para 2020, com destaque para as finanças. Aqui no Rio, em vantajosa e invejosa situação de grana, com o caixa supostamente botando pelo ladrão, o Flamengo, declarada ou discretamente, investe em nomes que possam vir a reforçar seu milionário elenco, sem afastar a ideia de negociar um ou outro dispensável. O fato é que o clube recuperou com sobras os investimentos e agora a meta é conservar o patrimônio adquirido através do futebol. Dívidas existem, a gente sabe, mas assegura que estão sob controle.

Injeção

Mesmo distante do rival em todos os sentidos – em campo e fora dele – o Vasco parecia ter esperava receber boa oxigenada, com a inesperada resposta da galera, ao “plano sócio torcedor”. Inesperadamente, o clube conseg

Nem bem terminou a temporada e os grandes clubes brasileiros começam a se movimentar e a divulgar seus planos para 2020, com destaque para as finanças. Aqui no Rio, em vantajosa e invejosa situação de grana, com o caixa supostamente botando pelo ladrão, o Flamengo, declarada ou discretamente, investe em nomes que possam vir a reforçar seu milionário elenco, sem afastar a ideia de negociar um ou outro dispensável. O fato é que o clube recuperou com sobras os investimentos e agora a meta é conservar o patrimônio adquirido através do futebol. Dívidas existem, a gente sabe, mas assegura que estão sob controle.

Injeção

Mesmo distante do rival em todos os sentidos – em campo e fora dele – o Vasco parecia ter esperava receber boa oxigenada, com a inesperada resposta da galera, ao “plano sócio torcedor”. Inesperadamente, o clube conseguiu quase 200 mil novos associados e pensou garantir com o dinheiro o pagamento de parte das obrigações que estão no pendura. O prêmio de cerca de R$ 15 milhões dado pela CBF, pela 12ª colocação no Campeonato Brasileiro, também está difícil de passar pela porta do cofre de São Januário.

 

Melou

De forma surpreendente, os planos da diretoria babaram, porque a Justiça pulou na frente e bloqueou o dinheiro que entrou por conta de dívidas do tempo do finado doutor Eurico Miranda. Vamos torcer para que este grave problema seja imediatamente sanado e que o Natal de funcionários e jogadores seja garantido. Tomara que no próximo ano tudo caminhe nos trilhos da normalidade, nos gabinetes e dentro das quatro linhas.

 

Sufoco

Drama idêntico vive o Botafogo, que tanto quanto o Vasco frequentou a zona de rebaixamento e por pouco não ficou por lá. A má direção administrativa, lógico, desagradou o torcedor alvinegro em varas ocasiões. E as perspectivas não são nada boas. O fato de o dirigente Montenegro ter anunciado que vai reduzir a folha de pagamento do futebol, de R$ 3 milhões para R$ 1 milhão, é mau sinal. Qualquer um sabe que “sem milho não se faz pipoca”.

 

Dificuldades

Do Fluminense, pouca diferença há dos demais. Endividado tanto quanto os adversários, o clube já anunciou técnico novo. Trata-se de Oldair Hellmann, demitido do Internacional. Ao mesmo tempo, a tradicional “barca” está sendo preparada. Nela, estão nomes de algum destaque, como o do atacante colombiano Yony González, Allan e outros menos votados. Sobre quem vem não se tem notícia.

 

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