quarta-feira, outubro 27, 2021
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Corpo de Bombeiros divulga levantamento sobre acidentes de trânsito no Rio

DADOS
Um estudo divulgado pelo Corpo de Bombeiros mostra que três em cada quatro vítimas de acidente de trânsito no ano passado, no estado do Rio, foram jovens, de 20 a 29 anos, do sexo masculino. A incidência foi 324% maior do que entre as mulheres da mesma idade.

Ainda de acordo com o levantamento, os bombeiros socorreram uma média de 141 pessoas por dia 71,8% homens e 28,2% mulheres, em 2017.

O maior número de acidentes envolve as motocicletas, com cerca de 47,7%, vítimas atendidas. Em seguida, aparece os automóveis com 28,9%, os atropelamentos (11,7%) e as bicicletas (6,9%). Apenas 2,8% das pessoas socorridas estavam em ônibus, 1,2% em caminhões e 1% em vans.

As colisões envolveram 24.516 pessoas, a maioria delas (66,3%) contra anteparos ou outros veículos. Quedas representaram 33,7% dos casos. Já os automóveis, que correspondem a 68,2%

DADOS

Um estudo divulgado pelo Corpo de Bombeiros mostra que três em cada quatro vítimas de acidente de trânsito no ano passado, no estado do Rio, foram jovens, de 20 a 29 anos, do sexo masculino. A incidência foi 324% maior do que entre as mulheres da mesma idade.

Ainda de acordo com o levantamento, os bombeiros socorreram uma média de 141 pessoas por dia 71,8% homens e 28,2% mulheres, em 2017.

O maior número de acidentes envolve as motocicletas, com cerca de 47,7%, vítimas atendidas. Em seguida, aparece os automóveis com 28,9%, os atropelamentos (11,7%) e as bicicletas (6,9%). Apenas 2,8% das pessoas socorridas estavam em ônibus, 1,2% em caminhões e 1% em vans.

As colisões envolveram 24.516 pessoas, a maioria delas (66,3%) contra anteparos ou outros veículos. Quedas representaram 33,7% dos casos. Já os automóveis, que correspondem a 68,2% da frota, foram registrados como meio de transporte de menos de 1/3 dos atendidos.

Dos 1.236 óbitos constatados na cena do socorro, 35,5% envolviam condutores ou tripulantes de motocicletas, 33,9% ocupantes de automóveis e 20% de pedestres. Os outros 10,6% contabilizam outros perfis.

O relatório aponta ainda que apenas 44,7% dos acidentados em automóveis usavam o cinto de segurança. Entre os motociclistas, a utilização do capacete foi registrada em 63% dos casos. O assento infantil só foi percebido em 34,6% dos socorros envolvendo crianças de zero a 7 anos.

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