quinta-feira, dezembro 2, 2021
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Câmara de Itaguaí arquiva CEP contra Charlinho

Relatório final da Comissão Especial Processante que pedia o afastamento do chefe do Poder Executivo foi arquivado Em votação secreta, por nove votos favoráveis e oito contrários, a Câmara Municipal de Itaguaí (CMI) arquivou o relatório final da Comissão Especial Processante (CEP) que apurava a suposta ausência de repasse de contribuição previdenciária patronal do prefeito Carlo Busatto Júnior (MDB), o Charlinho (MDB), para o Itaguaí Previdência (ITAPREVI). A votação realizada nesta terça-feira (25), foi decisiva para arquivar o processo que poderia culminar com a cassação do chefe do Poder Executivo. Para o relatório ser aprovado precisaria de 12 votos favoráveis, o que não ocorreu. Após a leitura do parecer final, feita pelo relator da CEP, vereador Vinícius Alves (PRB), que pediu pelo afastamento do prefeito Charlinho, al

Relatório final da Comissão Especial Processante que pedia o afastamento do chefe do Poder Executivo foi arquivado

Em votação secreta, por nove votos favoráveis e oito contrários, a Câmara Municipal de Itaguaí (CMI) arquivou o relatório final da Comissão Especial Processante (CEP) que apurava a suposta ausência de repasse de contribuição previdenciária patronal do prefeito Carlo Busatto Júnior (MDB), o Charlinho (MDB), para o Itaguaí Previdência (ITAPREVI). A votação realizada nesta terça-feira (25), foi decisiva para arquivar o processo que poderia culminar com a cassação do chefe do Poder Executivo. Para o relatório ser aprovado precisaria de 12 votos favoráveis, o que não ocorreu.

Após a leitura do parecer final, feita pelo relator da CEP, vereador Vinícius Alves (PRB), que pediu pelo afastamento do prefeito Charlinho, alguns vereadores da oposição discursaram em apoio ao relator pedindo o afastamento do chefe do Poder Executivo.

A Comissão Processante instaurada em 12 de março apurou a suposta ausência de repasses da prefeitura para o ITAPREVI com oitiva de testemunhas, apreciação de denúncias, provas e documentos de defesa, gerando um relatório que foi submetido ao plenário para votação.

Prevendo o clima de tensão que marcaria a sessão, o presidente da CMI, Rubem Ribeiro (Podemos), solicitou uma viatura da Polícia Militar para ficar de prontidão em frente ao prédio do Legislativo.

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