quarta-feira, outubro 20, 2021
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A criança que vive em todos nós

Nessa semana, dia 12, tivemos o Dia das Crianças. O dia em que lembramos da nossa infância. Olhamos nossos álbuns de fotos antigas.

Afinal, quem são as crianças? Será que são só as pessoas que têm até uma determinada idade? Ou todos nós somos crianças de alguma forma?

Não estou falando de infantilidade em um sentido ruim. Como falta de maturidade. Mas de expressar esse lado criança que todos nós temos. Sim, todos nós temos uma criança dentro de nós.

Acho que nós associamos crianças com “indivíduos mais jovens” porque é a única maneira que eles têm para ser. Quando vamos crescendo, outras coisas acabam fazendo com que a gente seja mais sério. Cada vez mais adultos, mais firmes, mais maduros. E isso acaba fazendo com que essa criança que existe em nós fique distante de nós. Fique esquecida lá no nosso interior. 

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Nessa semana, dia 12, tivemos o Dia das Crianças. O dia em que lembramos da nossa infância. Olhamos nossos álbuns de fotos antigas.

Afinal, quem são as crianças? Será que são só as pessoas que têm até uma determinada idade? Ou todos nós somos crianças de alguma forma?

Não estou falando de infantilidade em um sentido ruim. Como falta de maturidade. Mas de expressar esse lado criança que todos nós temos. Sim, todos nós temos uma criança dentro de nós.

Acho que nós associamos crianças com “indivíduos mais jovens” porque é a única maneira que eles têm para ser. Quando vamos crescendo, outras coisas acabam fazendo com que a gente seja mais sério. Cada vez mais adultos, mais firmes, mais maduros. E isso acaba fazendo com que essa criança que existe em nós fique distante de nós. Fique esquecida lá no nosso interior. 

Precisamos conversar com essa criança. Ter esse contato vivo com ela. Essa criança tem relação com quem somos de verdade. Com aquilo que nós gostamos, mas que é algo particular. Nossas pequenas alegrias. 

Com essa vida cheia de responsabilidades, acabamos deixando nosso lazer de lado. Nossas alegrias. Tudo isso fica em segundo plano. Com a vida adulta, chegam os prazos, as metas, os horários. E a criança não tem horários, prazos, nada disso. Ela só quer brincar. E quando vamos nos permitir brincar também? Nos divertir em família. Ver algo engraçado. Nós precisamos viver esses momentos sem regras, sem horários, sem tempo pra acabar. 

Claro que existe um limite. Não podemos ser apenas essa criança. A vida nos cobra responsabilidades, prazos, resultados. Mas nós não somos só isso. Temos que equilibrar essas “pessoas” com diferentes idades e maturidades que vivem dentro de nós de uma forma a criar harmonia nas nossas vidas.

Nós somos, como um todo, a união de várias facetas que vivem dentro de nós e que aparecem de acordo com o momento que estamos vivendo. 

Vamos ser responsáveis sim. Focados, determinados, cheios de bons resultados, cheios de vitórias profissionais, cumprindo nossas metas e prazos.

Mas também temos que ser essa criança que quer se divertir, quer dar risada, quer ouvir e contar histórias. Quer viver a vida de uma forma leve, aproveitando as pequenas alegrias. 

E não são pessoas diferentes, apenas as nossas diferentes formas de expressar aquilo que somos de verdade.

Vamos ser responsáveis, mas também leves. Vamos colecionar bons resultados, mas também pequenas alegrias. Vamos cumprir metas, mas viver nosso lazer.

Vamos ser nós mesmos com muito amor próprio.

Dê um abraço na sua criança interior. Faça ela feliz também. Porque quando ela for mais feliz e tiver a sua atenção, você será mais feliz também.

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