quinta-feira, dezembro 2, 2021
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Vereador cobra do prefeito Charlinho a conclusão de obras paradas

COBRANÇA
Assim como a população não vê nenhuma perspectiva nesses quase dois anos de mandato do prefeito Charlinho, o vereador Genildo Gandra (PDT) usou a tribuna da Câmara Municipal de Itaguaí (CMI), durante a sessão desta terça-feira (16), para, mais uma vez, fazer algumas ponderações sobre a gestão Carlo Busatto Júnior (MDB). Valendo-se de artigo do Regimento Interno da CMI, que permite aos líderes de partidos se pronunciarem em qualquer momento, por cinco minutos, Genildo destacou a falta de comprometimento do atual gestor com o município.

O parlamentar iniciou o desabafo ressaltando que o município se encontra totalmente abandonado, o que se torna preocupante. “Hoje nós temos uma cidade parada, onde as pessoas estão morrendo. E aquelas pessoas que deveriam fazer alguma coisa não fazem. A gente vê as pessoas precisando ser atendida

COBRANÇA

Assim como a população não vê nenhuma perspectiva nesses quase dois anos de mandato do prefeito Charlinho, o vereador Genildo Gandra (PDT) usou a tribuna da Câmara Municipal de Itaguaí (CMI), durante a sessão desta terça-feira (16), para, mais uma vez, fazer algumas ponderações sobre a gestão Carlo Busatto Júnior (MDB). Valendo-se de artigo do Regimento Interno da CMI, que permite aos líderes de partidos se pronunciarem em qualquer momento, por cinco minutos, Genildo destacou a falta de comprometimento do atual gestor com o município.

O parlamentar iniciou o desabafo ressaltando que o município se encontra totalmente abandonado, o que se torna preocupante. “Hoje nós temos uma cidade parada, onde as pessoas estão morrendo. E aquelas pessoas que deveriam fazer alguma coisa não fazem. A gente vê as pessoas precisando ser atendidas no mínimo, e acabam tendo que suportar essa situação de abandono em que hoje vive a nossa cidade. São tantos assuntos que nós temos para falar, que se fôssemos falar todos os assuntos que merecem ser trazidos para o debate desta casa levaríamos toda a sessão só falando sobre problemas que hoje a cidade tem. A gente não vê, da parte do prefeito, sensibilidade e vontade de resolver estes problemas”, criticou Genildo Gandra.

O parlamentar disse ainda que o preocupa muito o estado de abandono das obras que foram iniciadas por este governo, mas que hoje estão se deteriorando. Nós estamos perdendo dinheiro. Aquilo ali é dinheiro público, e nenhum serviço público é gerado naquelas obras. Nós temos, na entrada da cidade, a rodoviária, que está se perdendo. Temos uma escola no bairro do Estrela do Céu que também está se perdendo. Nós temos, em Piranema, creche e escola inacabadas. Na área do Parque Municipal, temos o Centro de Convivência da Terceira Idade, que tanto bem trazia para os nossos idosos, mas hoje está abandonado. E quando for retomar essa obra, talvez o município não consiga nem recuperar essas obras, que estão paradas”, lamentou Genildo Gandra, ressaltando sua inquietude. “Essa é uma preocupação minha, mas deveria ser de todos nós. Aqui a gente fica com aquela sensação de que alguém tem de fazer alguma coisa. Só que esse alguém somos nós. Se a gente não fizer nada, quem é que vai fazer por nós? Faço um apelo ao governo para retome essas obras paradas, que estão causando prejuízo para a cidade”, concluiu o parlamentar.

Equiparação dos servidores

Na mesma sessão, o vereador Willian Cezar (PSB) usou a tribuna para agradecer aos demais colegas pela aprovação da sua indicação para que o prefeito determine ao órgão competente da municipalidade o cumprimento do que dispõe o parágrafo 1º do Artigo 23, da Lei Orgânica Municipal, que se refere ao padrão na equiparação dos profissionais técnicos da Secretaria Municipal de Educação e Cultura.

De acordo com o parlamentar, a medida é necessária porque com o Plano de Cargos e Salários da Educação, aprovado em agosto de 2014, e o dos demais profissionais, admitido em dezembro de 2014, houve uma discrepância entre as funções dos mesmos cargos. “Por exemplo, os profissionais técnicos da educação, psicólogos, fonoaudiólogos e nutricionistas estão recebendo salário inferiores aos profissionais de outras secretarias, o que não pode acontecer em repartições públicas. Existe a isonomia salarial. Sendo idêntica a função prestada ao mesmo empregador, não haverá distinção da faixa salarial, exceto com relação aos valores referentes às vantagens funcionais, sejam elas por tempo de serviço ou progressão”, justificou Willian Cezar.

WELINGTON CAMPOS

welington.campos@jornalataul.com.br

 

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