terça-feira, dezembro 7, 2021
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Unidades de Saúde de Mangaratiba recebem palestras sobre Outubro Rosa

Após passar pelas Estratégias de Saúde da Família (ESF’s) de Itacurubitiba, Batatal, Centro e Praia Grande o ciclo de palestras sobre o Outubro Rosa atendeu as moradoras de Itacuruçá, na quarta-feira (16). Além dos profissionais do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) e das próprias unidades de saúde, a palestra ficou por conta de Lúcia Castilho, que luta contra o câncer de mama desde 2018. Um café da manhã recepcionou as mulheres de Itacuruçá. A primeira palestra foi ministrada pela nutricionista Ana Carolina Queiroga. Em seguida, o Educador do NASF, Carlos Alberto, falou da importância do acompanhamento periódico. Também foi oferecido os serviços de marcação de exame de mamografia; coleta papanicolau; aferição de pressão arterial e exame de glicemia. Moradora da Praia do Saco, mãe de três filhos, Lúcia Castilho d

Após passar pelas Estratégias de Saúde da Família (ESF’s) de Itacurubitiba, Batatal, Centro e Praia Grande o ciclo de palestras sobre o Outubro Rosa atendeu as moradoras de Itacuruçá, na quarta-feira (16). Além dos profissionais do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) e das próprias unidades de saúde, a palestra ficou por conta de Lúcia Castilho, que luta contra o câncer de mama desde 2018.

Um café da manhã recepcionou as mulheres de Itacuruçá. A primeira palestra foi ministrada pela nutricionista Ana Carolina Queiroga. Em seguida, o Educador do NASF, Carlos Alberto, falou da importância do acompanhamento periódico. Também foi oferecido os serviços de marcação de exame de mamografia; coleta papanicolau; aferição de pressão arterial e exame de glicemia.

Moradora da Praia do Saco, mãe de três filhos, Lúcia Castilho de 36 anos, percorre as unidades neste mês para falar sobre sua luta contra a doença e diz: “Eu tenho que lutar pela minha vida”.

“Precisamos desmistificar essa doença. Em alguns lugares as mulheres são mais participativas. Quando falamos no autoexame de mama muitas têm vergonha ou medo. Precisa de muita conversa. Tem mulheres com falsa ideia de que se não tem caso na família não precisa fazer o exame. O câncer é uma luta solitária, mas em nossa volta temos famílias e amigos que nos dão força”, declarou Lúcia.

A palestrante descobriu a doença em abril de 2018 durante o autoexame – procedimento que ela disse fazer bem antes de descobrir a doença. “O câncer não mais uma sentença de morte, pois estou aqui e com muita vida. Minha força de vontade e determinação faz eu viver. Estou praticamente curada, agora é fazer a radioterapia. Faço questão de repassar essa mensagem e, lembrá-las: não se toquem apenas em outubro, mas durante o ano todo”, completou Lúcia, que recebeu aplausos de todos os presentes.

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