segunda-feira, agosto 8, 2022
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Itaguaí: escolas têm problemas na volta às aulas

Pelo menos três unidades da rede municipal não estavam preparadas para receber alunos e funcionários

No dia em que a rede municipal de ensino de Itaguaí voltou às aulas, 14 de fevereiro, alunos e funcionários de pelo menos três unidades tiveram decepções ao encontrarem problemas operacionais e estruturais. Ao contrário do que a prefeitura divulgou, algumas escolas não estavam preparadas para o retorno às aulas presenciais depois de quase dois anos sem funcionar. Três delas foram assunto nas redes sociais: a escola Otoni Rocha, a Escola Municipal Infantil Monteiro Lobato e a Creche Municipal Aparecida Azedo.

Além dessas, há relatos de outras unidades sem suprimentos básicos como material de limpeza, papel A4 e sem manutenção de equipamentos como impressoras.

SEM PAPEL HIGIÊNICO, ÁGUA e AR-CONDICIONADO

Na Escola Otoni Rocha, o ar-condicionado está com defeito, falta material de limpeza e papel higiênico.

Mais infiltrações na Escola Otoni Rocha: falta de manutenção foi um dos problemas, além da falta de materiais e até mesmo água potável, como na creche Aparecida Azedo (Foto: reprodução internet)

Na Escola Municipal de Educação Infantil Monteiro Lobato, que fica no bairro Montserrat, há infiltrações e inundação no banheiro. 

Na Creche Municipal Aparecida Azedo, no bairro Amendoeira, o bebedouro está com defeito, o que obriga alunos e funcionários a consumir água da bica da cozinha, em temperatura ambiente.

Cena do vídeo que a prefeitura divulgou no Facebook: alívio com o retorno do presencial não foi o sentimento de alguns funcionários e alunos de pelo menos três unidades da rede municipal de ensino (reprodução internet)

Na página da Prefeitura de Itaguaí no Facebook foi publicado um vídeo com imagens do retorno dos alunos.

O texto que acompanhou o vídeo foi o seguinte: “Foi um retorno muito especial, não só para a Secretaria Municipal de Educação, mas, principalmente, para alunos e professores que já podem matar a saudade. Vamos seguir todos os protocolos sanitários, superar os desafios e, sobretudo, recuperar a aprendizagem dos alunos”.

Para as três unidades mencionadas o retorno não foi “especial”.

O ATUAL solicitou um posicionamento à secretaria municipal de Educação, via secretaria de comunicação da prefeitura, mas não obteve resposta.

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