terça-feira, outubro 26, 2021
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Assopesca servindo como modelo

Entidade de Mangaratiba recebe representantes de várias cidades do Rio e São Paulo para apresentar suas atividades em Projeto de Educação Ambiental na Costa Verde Iniciativa destinada a promover a mitigação dos impactos ambientais provocados por empreendimentos da Petrobras na Bacia de Santos, o Projeto de Educação Ambiental (PEA) da Costa Verde teve mais uma de suas etapas realizada, na quarta-feira (8), na sede da Associação dos Pescadores, Maricultores e Lazer do Sahy (Assopesca), em Mangaratiba, onde dezenas de representantes de entidades ligadas à pesca participaram  de um intercâmbio, conhecendo a história da Assopesca, contada pelo seu primeiro presidente, Wladimir da Conceição Pereira, o hoje vereador Wlad da Pesca; e pelo atual presidente Nilton Machado. O PEA foi criado com o objetivo de fortalecer comunidades pesqueiras

Entidade de Mangaratiba recebe representantes de várias cidades do Rio e São Paulo para apresentar suas atividades em Projeto de Educação Ambiental na Costa Verde

Iniciativa destinada a promover a mitigação dos impactos ambientais provocados por empreendimentos da Petrobras na Bacia de Santos, o Projeto de Educação Ambiental (PEA) da Costa Verde teve mais uma de suas etapas realizada, na quarta-feira (8), na sede da Associação dos Pescadores, Maricultores e Lazer do Sahy (Assopesca), em Mangaratiba, onde dezenas de representantes de entidades ligadas à pesca participaram  de um intercâmbio, conhecendo a história da Assopesca, contada pelo seu primeiro presidente, Wladimir da Conceição Pereira, o hoje vereador Wlad da Pesca; e pelo atual presidente Nilton Machado.

O PEA foi criado com o objetivo de fortalecer comunidades pesqueiras artesanais impactadas pelas atividades da Petrobras na Bacia de Santos, em cidades como Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião e Ilha Bela, no litoral norte de São Paulo; e Angra dos Reis, Mangaratiba e Paraty, no litoral do Rio de Janeiro. No intercâmbio promovido na Assopesca, além de conhecerem a história da entidade, os visitantes participaram de uma apresentação destinada à construção da “Rede de Expectativas”, receberam orientações sobre documentação do pescador artesanal e sobre a legalização de associações e mudanças na regularização do pescador artesanal.

O encontro da quarta-feira reuniu representantes de localidades como Provetá, na Ilha Grande; Paraty; Angra dos Reis; e do estado de São Paulo. A programação não foi seguida à risca porque a presença do prefeito Alan Bombeiro, que não era esperada, acabou interferindo no andamento da agenda. O prefeito elogiou muito o trabalho desenvolvido pelo PEA e se disse surpreso com a presença de pescadores de tantas regiões, como, por exemplo, a Ilha Grande, local onde disse ter morado durante 15 anos.

Após as rodas de conversa os participantes seguiram para uma visita ao rancho dos pescadores, na Praia Pequena. “Foi um trabalho bem extenso. As pessoas saíram daqui satisfeitas”, avaliou o presidente Nilton Machado, antecipando que no próximo dia 18 haverá um novo encontro, dessa vez com a participação de pescadores de São Paulo, também na Assopesca. No final de sua fala, o prefeito resumiu assim os objetivo do encontro: “O que a gente quer aqui é voltar a fazer com que o filho do pescador gostar de ser pescador”, concluiu

FOTO DIVULGAÇÃO – O PREFEITO Alan Bombeiro apareceu de surpresa e elogiou muito a iniciativa

RENATO REIS

renato.reis@jornalatual.com.br

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