Ministério da Educação lança aplicativo gratuito de livros
MEC Livros disponibiliza quase oito mil obras literárias para leitura, empréstimos e download
O Ministério da Educação (MEC) disponibilizou, nesta segunda-feira (6), o aplicativo MEC Livros com quase oito mil obras literárias disponíveis para leitura de forma gratuita. A plataforma conta com obras de brasileiros como Clarice Lispector e Ariano Suassuna e estrangeiros como José Saramago e Gabriel García Márquez. Sucessos como Harry Potter, Jogos Vorazes, O Hobbit e Eu Sou Malala também estão presentes.

O aplicativo funciona como uma biblioteca pública online, com empréstimos de livros autorais, como lançamentos e os mais vendidos. Também serão disponibilizadas obras em domínio público para download no formato ePub. O APP oferece experiências complementares ao usuário, como personalização, com opções de ajuste de fonte e contraste, uso de elementos de jogos na leitura e ainda notificações automatizadas. Dúvidas também poderão ser consultadas a um agente de inteligência artificial (IA).
Em um vídeo publicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva , o ministro da Educação, Camilo Santana, afirma que o aplicativo de livros funcionará como uma biblioteca. Nele, o usuário fará um empréstimo da obra por 14 dias e depois poderá renovar por mais 14. O presidente reafirmou ainda o compromisso de “fortalecer a leitura e levar a literatura a todo o povo brasileiro”. O download está disponível para Android, computadores e também tem integração com o portal gov.br.
MEC Idiomas
Além da biblioteca digital de livros, o presidente Lula antecipou que, em breve, também será lançado o aplicativo MEC Idiomas. Serão ofertadas 800 aulas de inglês e espanhol, para aprendizagem bilíngue em formato autoinstrutivo. O estudante poderá percorrer seis níveis de aprendizado nos idiomas, do básico ao avançado. A plataforma contará com o apoio de inteligência artificial para prática de conversação, teste de proficiência, notificações e aulas de reforço.
De acordo com o MEC, a iniciativa demandará investimentos de R$ 1,68 milhão ao ano e poderá alcançar 16 mil estudantes por semestre.“O objetivo é ser o primeiro ponto de contato digital entre o estudante de línguas iniciante e o idioma de sua escolha, acompanhando seu aprendizado até níveis mais avançados”, informou o MEC, por meio de nota.









