sábado, outubro 23, 2021
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Quarta-feira de Cinzas será feriado bancário

BANCOS FECHADOS A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou nesta terça-feira (25), em segunda discussão, o projeto de lei 3.433/17, que determina a Quarta-feira de Cinzas como feriado estadual para os bancários. O texto será encaminhado ao governador Luiz Fernando Pezão, que terá 15 dias úteis para decidir pela sanção ou veto.

Ainda segundo a proposta, as faturas de cobrança com vencimento nesta data serão postergadas até o primeiro dia útil subsequente, sem que haja cobrança adicional ao consumidor. “A Quarta-feira de Cinzas é o primeiro dia da Quaresma no calendário cristão católico ocidental. Também é o primeiro dia depois do Carnaval, feriado esperado por muitos cidadãos fluminenses para viagens e folia.

O objetivo da proposta é reduzir o trânsito nas estradas durante esta data e postergar o pagamento

BANCOS FECHADOS A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou nesta terça-feira (25), em segunda discussão, o projeto de lei 3.433/17, que determina a Quarta-feira de Cinzas como feriado estadual para os bancários. O texto será encaminhado ao governador Luiz Fernando Pezão, que terá 15 dias úteis para decidir pela sanção ou veto.

Ainda segundo a proposta, as faturas de cobrança com vencimento nesta data serão postergadas até o primeiro dia útil subsequente, sem que haja cobrança adicional ao consumidor. “A Quarta-feira de Cinzas é o primeiro dia da Quaresma no calendário cristão católico ocidental. Também é o primeiro dia depois do Carnaval, feriado esperado por muitos cidadãos fluminenses para viagens e folia.

O objetivo da proposta é reduzir o trânsito nas estradas durante esta data e postergar o pagamento de faturas e contas vencidas na Quarta-feira de Cinzas para beneficiar os cidadãos”, justificam os parlamentares.

Representantes da categoria acompanharam a votação nas galerias do Plenário. Para Pedro Batista, coordenador-geral do Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, o feriado é também uma questão de segurança. “É uma reivindicação antiga. São quatro horas apenas em que o banco fica aberto e as ruas ficam vazias, então envolve muito um risco de segurança para gente”, disse.

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