domingo, outubro 17, 2021
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Defensoria afirma que hospital de Itaguaí não tem condições para funcionar

DESCASO Não é de hoje que os descasos na saúde pública no governo Charlinho vêm sendo noticiado. A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município está fechada há dois anos, e ainda sim recebe verbas do Governo Federal.

No ano passado, o Ministério da Saúde repassou mensalmente para a UPA do município, R$ 250 mil, somando um repasse de R$ 3 milhões no ano. No Hospital Municipal São Francisco Xavier (HMSF), que já foi fechado por diversas vezes este ano, faltam materiais e remédios.  Em mais uma reportagem divulgada nesta quinta-feira (2), pela TV Globo, uma paciente relata a falta de infraestrutura da unidade hospitalar “Não tem roupa de cama. Remédio falta demais. O tratamento é bom, mas os médicos estão sem condições de trabalhar”, disse a paciente.

Ainda segundo a reportagem, os pacientes se veem obrigados a tirar do próprio

DESCASO Não é de hoje que os descasos na saúde pública no governo Charlinho vêm sendo noticiado. A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município está fechada há dois anos, e ainda sim recebe verbas do Governo Federal.

No ano passado, o Ministério da Saúde repassou mensalmente para a UPA do município, R$ 250 mil, somando um repasse de R$ 3 milhões no ano. No Hospital Municipal São Francisco Xavier (HMSF), que já foi fechado por diversas vezes este ano, faltam materiais e remédios.  Em mais uma reportagem divulgada nesta quinta-feira (2), pela TV Globo, uma paciente relata a falta de infraestrutura da unidade hospitalar “Não tem roupa de cama. Remédio falta demais. O tratamento é bom, mas os médicos estão sem condições de trabalhar”, disse a paciente.

Ainda segundo a reportagem, os pacientes se veem obrigados a tirar do próprio bolso materiais como gazes, esparadrapos e soro.  O centro cirúrgico do hospital também está fechado.

Este ano, o município recebeu do Governo Federal R$ 12 milhões para atendimento de alta e médica complexidade, entre janeiro e junho. De acordo com a defensora pública de Saúde e Tutela Coletiva, Rafaela Jahara, o hospital é dos piores já visitados pela defensoria. A unidade de saúde tem quartos mofados, os aparelhos de ar condicionado não funcionam, algumas camas não tem colchões ou lençóis e enfermeiros precisam utilizar lanternas durante os atendimentos porque muitas lâmpadas estão queimadas.

A Secretaria Municipal de Saúde nega as denúncias e destacou que não há falta de insumos no hospital.

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