Angra dos Reis recebe congresso de dança angolana
Coração Afro – Golden Edition celebra 10 anos do evento e reúne artistas da Kizomba no Brasil
A cidade de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, será palco do congresso Coração Afro – Golden Edition, dedicado à dança angolana e à cultura da Kizomba. O evento acontece entre os dias 27 e 29 de março de 2026 e reúne aulas, bailes e encontros culturais.

A programação propõe atividades voltadas à valorização da Kizomba e de outras expressões da cultura africana, com participação de artistas e professores ligados à cena da dança no Brasil e no exterior.
Evento celebra marcos da dança no Brasil
A edição comemorativa marca três datas importantes para a história do projeto: os 10 anos do Coração Afro, 15 anos da presença da Kizomba no Brasil e os 50 anos do organizador James Silva.
O congresso se consolidou como espaço de formação, troca de experiências e desenvolvimento técnico na dança. Nesta edição especial, a Kizomba permanece como eixo central da programação.
Programação reúne artistas nacionais e internacionais
Durante os três dias de evento, o público participará de aulas técnicas, bailes e atividades culturais. A programação também inclui encontros voltados à musicalidade e à história da dança.
Entre os artistas confirmados estão Fred Nelson e Morgane, Akram e Sara Paxoleta, Evaldo e Daniela, Jojo, Eddy Vents e Ninja. Os convidados participam das atividades e compartilham conhecimentos sobre técnica, condução, musicalidade e identidade cultural.
Além da Kizomba, o congresso aborda estilos ligados à evolução contemporânea da dança. Entre eles estão Urban Kiz, Kizomba Fusion, Semba, Kompa e Afro House.
A proposta é promover intercâmbio entre profissionais, estudantes e praticantes da dança, além de ampliar o acesso ao conhecimento sobre essas expressões culturais.
Cultura, identidade e pertencimento
O Coração Afro também destaca a Kizomba como manifestação cultural ligada à identidade e à ancestralidade africana. O encontro reúne diferentes gerações da comunidade da dança em um espaço de celebração e troca de experiências.
Ao completar uma década de história, o evento reforça seu papel na difusão da Kizomba no Brasil e na valorização de suas bases culturais e artísticas.
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