OS CAMINHÕES de lixo deverão se permanentemente fiscalizados para evitar derramamento do líquido
Os proprietários de caminhões de lixo que forem flagrados, em vias públicas estaduais, com vazamento de chorume poderão ser punidos com a aplicação de multas. É o que determina a Lei nº 8.598/19, que foi sancionada pelo governador Wilson Witzel e publicada no Diário Oficial do Poder Executivo na sexta-feira (1º).
O texto, de autoria do deputado Anderson Moraes (PSL), determina que o proprietário do caminhão com vazamento seja primeiramente advertido, tendo o prazo de sete dias úteis para o conserto e para encaminhar à Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (Seas) a declaração de correção da impropriedade ou recurso. Caso o mesmo veículo apresente vazamento, será aplicada a multa de 500 UFIRs (R$ 1.710,00), que será dobrada a cada reincidência.
Ainda de acordo com o texto, a Seas pode firmar parcerias com outros órgãos e entidades para a fiscalização de irregularidades. A medida altera a lei 6.894/14, que tornou obrigatória a instalação de coletores de chorume nos caminhões de lixo. “O vazamento de chorume em vias públicas, além de ser altamente prejudicial à limpeza da cidade e à saúde da população, contribuiu para o aumento de acidentes nas vias, tendo em vista que este material provoca a retirada da aderência dos veículos na pista”, justificou o autor.
Segundo o site da empresa Tera Ambiental, o chorume pode ser identificado segundo duas classes. Os da classe 1 são os líquidos provenientes da matéria orgânica em decomposição nos aterros sanitários, mas com a presença de contaminantes físicos e químicos, como óleos e graxas, metais pesados, dentre outros, oriundos dos resíduos recebidos nesse tipo de aterro. Já os da classe 2, formalmente conhecido como líquido percolado de aterro ou chorume de lixo, não tem a presença de contaminantes físicos ou químicos. Mas por ser altamente poluente também não pode ser disposto diretamente no meio ambiente, pois pode provocar a contaminação do solo, do lençol freático e de corpos d’água. É um resíduo escuro, viscoso e fétido e também atrai vetores de doenças, como moscas e roedores.
Em ambos os casos, no aterro sanitário o chorume é separado do material orgânico por um sistema de drenagem, seguindo em direção às lagoas de armazenamento temporário. Ali também caminhões tanque transportam o chorume até uma estação de tratamento de esgotos, onde ocorre a degradação biológica da sua carga orgânica. Após o processo de tratamento, a água tratada é lançada nos rios.
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