Evento Focado na Economia Azul e Sustentabilidade Costeira - Foto: Divulgação
No próximo dia 15 de agosto, o Rio de Janeiro sediará o Primeiro Seminário da Economia do Mar. Este evento, pioneiro em seu foco no associativismo e na economia compartilhada, reunirá representantes de diversos setores para discutir estratégias de desenvolvimento econômico, social e ambiental. Com o tema central da “Economia Azul”, o seminário abordará a exploração sustentável dos recursos marinhos.
O Brasil, com seus impressionantes 8.500 km de costa e vasta zona econômica exclusiva de 5,7 milhões de km², é uma potência marítima. Em termos de economia do mar, o Rio de Janeiro se destaca como o terceiro estado com maior extensão litorânea, abrigando a maior economia do mar do país. Setores como energia offshore, turismo, portos, construção naval, defesa, pesca e bioeconomia impulsionam essa liderança, oferecendo oportunidades significativas de crescimento e desenvolvimento regional.
Organizado pela Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Rio de Janeiro (Facerj), em parceria com instituições como o Sistema OCB-Sescoope RJ, Fecomércio RJ, Portos Rio, CODIN, BR Marinas e Neltur, o seminário conta com o apoio crucial do Sebrae RJ, ABEEMAR e do Governo do Estado do Rio de Janeiro. Portanto, o evento tem como objetivo promover o diálogo entre governo, iniciativa privada, academia e entidades de fomento. Com isso, busca enfatizar o papel do associativismo e do cooperativismo na construção de uma economia marítima robusta e sustentável.
Durante o seminário, haverá abordagem sobre diversos temas cruciais para o desenvolvimento da economia do mar no estado. Entre os principais destaques, estão:
A mesa de debates sobre inovação azul explorará estratégias empreendedoras colaborativas, conhecidas como Blueteck, focadas na geração de novos negócios e soluções sustentáveis para a utilização e preservação dos recursos marinhos.
O turismo fará parte da discussão como um setor estratégico, capaz de impulsionar a economia local e gerar empregos. Além disso, haverá proposição a respeito de integrações dos destinos turísticos nos territórios marítimos, visando ampliar a Economia das Praias e outros atrativos costeiros.
Com planos para tornar 90% de suas áreas balneáveis até 2033, a Baía de Guanabara emerge como um ativo de relevância ímpar. Assim, o potencial turístico, imobiliário, pesqueiro, portuário e cultural da região oferece oportunidades significativas para o desenvolvimento econômico local, através de iniciativas empreendedoras, cooperativas e associativas.
A tarde será dedicada ao debate sobre a infraestrutura portuária e marítima. O Rio de Janeiro, como o segundo estado mais dinâmico em atividades portuárias e o maior em operações de marinas, discutirá propostas para o fomento desses setores vitais para a economia local.
Com destaque para a longa tradição do Rio de Janeiro na construção e manutenção naval, serão exploradas oportunidades para revitalizar esses setores intensivos em mão-de-obra, incluindo soluções para descomissionamento de embarcações.
A mesa focará nas novas energias de baixo carbono, como eólica offshore, energia das ondas, marés, nuclear, hidrogênio, entre outras. O objetivo é destacar o potencial dos recursos marítimos para reduzir as emissões de carbono e promover a sustentabilidade energética.
Finalmente, serão discutidas propostas para o desenvolvimento de clusters e cidades costeiras e lagunares. Assim, haverá ênfase no papel crucial dos territórios locais no desenvolvimento econômico, social e ambiental.
O Presidente da Facerj, Robson Carneiro, enfatiza a importância da Economia do Mar sustentável como um motor de desenvolvimento para o Rio de Janeiro. Ele destaca, portanto, a necessidade de um trabalho integrado e colaborativo entre todos os atores envolvidos. Desse modo, promovendo o associativismo e o cooperativismo como instrumentos essenciais para a prosperidade econômica e social das comunidades locais.
O seminário conclui com um chamado à ação: “Mar à Vista: Vamos Empreender a Economia do Mar Sustentável, a Nossa Amazônia Azul”. Com essa visão, o Rio de Janeiro aspira não apenas a liderar nacionalmente, mas também a se destacar internacionalmente na promoção de uma economia marítima sustentável e colaborativa.
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