Movimentação no Colégio Municipal Senador Teotônio Vilela gerou boatos nas redes sociais (Street View/Reprodução)
Um episódio envolvendo um aluno em surto mobilizou equipes da Guarda Municipal e da Polícia Militar na tarde de quarta-feira (5) no Colégio Municipal Senador Teotônio Vilela. A ocorrência gerou grande repercussão nas redes sociais, após circularem relatos de que o estudante estaria armado com uma faca e teria ferido professores e colegas. As informações, no entanto, foram desmentidas pela direção da unidade, por servidores que estavam no local e por agentes de segurança que atenderam ao chamado.
Segundo a Guarda Municipal, o acionamento ocorreu após um pedido de ajuda da diretora da escola, que relatou um caso de descontrole emocional envolvendo um aluno. A equipe chegou primeiro ao colégio, seguida de uma viatura do Proeis. Um integrante da guarda afirmou que foram necessários “dezenas de minutos de diálogo” até a situação ser controlada.
Em nota oficial, o Colégio Municipal Senador Teotônio Vilela esclareceu que o fato tratou-se de uma situação pontual de indisciplina, sem qualquer tipo de violência. “Não houve uso de objetos que representassem risco. A equipe escolar, com o apoio do Proeis e da Secretaria de Educação, conduziu a situação de forma imediata e responsável”, informou a direção, ressaltando que as atividades seguem normalmente.
Uma professora da unidade confirmou que ninguém foi ferido. “A Guarda Municipal deu o apoio necessário para contornar a situação. Ajudamos a acalmar os pais e explicar o ocorrido”, relatou a docente. Em relato ao Jornal Atual, um guarda de plantão durante a intervenção esclareceu que o adolescente não portava nenhum tipo de arma ou objeto cortante. Segundo informações obtidas pela reportagem, o episódio teria sido motivado por bullying.
Autoridades solicitam cautela com a disseminação de informações sem confirmação e destacam o trabalho de prevenção realizado nas escolas, que inclui palestras e patrulhamento preventivo da Guarda Municipal. As ações abordam temas como bullying, cyberbullying, violência doméstica, intolerância religiosa, racial e homofobia, reforçando a importância do diálogo e do acolhimento no ambiente escolar.
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