Imagem aérea do Porto de Itaguaí
A Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), Autoridade Portuária responsável pela gestão dos Portos do Rio de Janeiro, Itaguaí, Niterói e Angra dos Reis, anunciou que registrou uma redução de R$1 bilhão no passivo, o que corresponde a um terço do total das dívidas, após publicar o balanço do último trimestre do ano da companhia.
Segundo nota, para atingir as metas foi implementado um sistema centralizador do faturamento e contas a receber de todos os portos, retomados imóveis ocupados indevidamente, reduzindo o passivo trabalhista e os débitos herdados da antiga Portobras, bem como os oriundos de contratos de leasing, entre outras medidas adotadas pela atual administração.
O diretor-presidente da CDRJ, Francisco Antonio de Magalhães Laranjeira, destaca que em 2020 espera reduzir custo com a folha de pagamento em R$ 22 milhões com desligamentos de empregados inscritos no Plano de Desligamento Voluntário e, ainda, implementar projeto de melhorias em infraestrutura nos portos para aumentar o faturamento da empresa, que é vinculada à Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA) do Ministério da Infraestrutura.
Porto de Itaguaí se destaca entre os demais do Rio
O Porto de Itaguaí é o principal arrecadador do estado registrando 57% do faturamento total de Docas, em 2019, representando 86% da movimentação, em toneladas, e o que teve maior crescimento em faturamento, totalizando 26,7%, contra 2% de crescimento do Porto do Rio de Janeiro – que representa 41% da arrecadação de Docas –, 6% do Porto de Angra dos Reis e 4,4% negativo do de Niterói – estes dois últimos somam 2% do total faturado por Docas no ano passado.
Em resposta a reportagem do Jornal Atual, a CDRJ anunciou algumas medidas que serão realizadas ao longo do ano no Porto de Itaguaí, como licitação de novos terminais; aumento do calado com a implementação do “Calado Dinâmico” para oferecer maior produtividade nos terminais; e derrocagem (explosão) de pedra próximo a boia número 5 e dragagem de aprofundamento e alargamento do canal derivativo, bem como viabilizar a utilização da sinalização náutica virtual, “visando reduzir as interdições na infraestrutura aquaviária de acesso ao porto, em função de problemas na sinalização das boias instaladas”, afirma a nota.
Outra medida anunciada é a recuperação da pavimentação de acessos internos do porto e melhoria no sistema de controle de acesso rodoviário e a construção da área para guarda do material utilizado na manutenção da sinalização náutica.
Futuro do Vilage dos Coqueirais
Ao longo de vários anos uma parte da área da Companhia Docas foi invadida por moradores e, hoje, centenas de famílias vivem onde passou a ser chamado Vilage dos Coqueirais. Segundo a CDRJ, esta área está sendo retirada da poligonal do porto organizado para permitir que a prefeitura de Itaguaí regularize a posse com os invasores.
Quanto a área ainda não invadida, a CDRJ diz que está estudando alternativas de desenvolvimento de projetos para exploração comercial da respectiva área.
A Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) abriu inscrições para…
A Prefeitura de Mangaratiba, por meio da Secretaria Municipal de Educação, inaugurou nesta quinta-feira (3)…
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou dois veículos adulterados na noite de quarta-feira (2) durante…
A flor-do-campo, também conhecida como flor silvestre, é uma daquelas preciosidades da natureza que carregam…
As prefeituras de Mangaratiba e Itaguaí oficializaram uma parceria estratégica para reforçar a fiscalização ambiental…
A Prefeitura de Mangaratiba, por meio da Secretaria de Assistência Social e da Subsecretaria de…
This website uses cookies.