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Veja atividades físicas que podem impactar a saúde pélvica

O assoalho pélvico é um conjunto de músculos, ligamentos e tecidos que sustentam órgãos como a bexiga, o útero e o intestino, além de desempenhar um papel essencial no controle urinário e fecal. Assim, fortalecer essa região é fundamental para prevenir algumas complicações, melhorar a qualidade de vida e proporcionar mais estabilidade à região abdominal e lombar.

“Quando essa musculatura está enfraquecida ou sofre sobrecarga, podem surgir sintomas como escapes de urina, dor lombar e redução da sensibilidade sexual”, explica Débora Pádua, fisioterapeuta pélvica e sexóloga Débora Pádua. Segundo ela, atividades como corrida, musculação e até mesmo o yoga podem impactar diretamente essa musculatura fundamental para o suporte dos órgãos internos e a qualidade de vida.

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Yoga e pilates

Conforme Débora Pádua, yoga e pilates são práticas que podem contribuir para a melhora da consciência corporal, inclusive de assoalho pélvico em mulheres que não possuem disfunções. Contudo, não exclui o tratamento especializado quando necessário.

A corrida por agravar quadros de enfraquecimento do assoalho pélvico (Imagem: Rido | Shutterstock)

Corrida

A corrida, por ser um exercício de alto impacto, pode agravar quadros de enfraquecimento do assoalho pélvico, aumentando os riscos de incontinência urinária e prolapsos. “Se a mulher já tem predisposição, o impacto da corrida pode acelerar o surgimento desses problemas. É essencial fortalecer a musculatura pélvica antes de iniciar ou retomar essa prática”, alerta Débora Pádua.

Musculação e crossfit

Outras atividades como musculação e crossfit, que trabalham com levantamento de cargas muito pesadas sem a devida estabilização da região pélvica, podem gerar pressão excessiva, contribuindo para disfunções. “Treinos de força são excelentes, desde que feitos com a técnica correta e com a ativação dos músculos do assoalho pélvico”, ressalta a fisioterapeuta.

Fortalecimento da musculatura pélvica

Débora Pádua recomenda incluir exercícios específicos para a região, que fortalecem a musculatura pélvica e ajudam na prevenção de disfunções. Além disso, práticas como a fisioterapia pélvica podem auxiliar na reabilitação e manutenção da saúde íntima feminina.

“Os exercícios bem orientados promovem bem-estar, mas ignorar o impacto no assoalho pélvico pode levar a problemas que afetam a qualidade de vida. A prevenção é sempre o melhor caminho”, conclui.

Por Mayra Barreto Cinel

EdiCase Jornal Atual

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