Polo de Equoterapia é reinaugurado no Horto Municipal, ampliando atendimentos e incluindo idosos (FOTO JONATHAN ABADE/PMM).
Nesta terça-feira (14), o Polo de Equoterapia do Horto Municipal foi reinaugurado, numa iniciativa da Prefeitura de Mangaratiba com o Instituto Qualivida e a Vale. O espaço, que promove o desenvolvimento físico, emocional e social por meio da interação com cavalos, vai atender mais de 50 pessoas regularmente pelo programa.
A grande novidade desta nova fase é a ampliação do público, que agora passa a incluir também idosos, além de crianças e adolescentes no espectro autista. O polo conta ainda com um espaço de acolhimento voltado para pais e responsáveis, criado para tornar o atendimento mais confortável e humano durante as sessões.
Durante a cerimônia, o Prefeito Luiz Claudio Ribeiro destacou a importância do projeto e o compromisso da gestão com o cuidado e a inclusão: “Estamos muito felizes em reinaugurar esse projeto tão importante. A Equoterapia oferece suporte essencial às crianças dentro do espectro autista e, agora, também aos nossos idosos, com dias exclusivos para esse público. Em breve, queremos expandir a iniciativa para outros distritos, porque cuidar da saúde mental é fundamental. Agradeço à Vale por somar conosco nessa missão de trazer mais qualidade de vida à população”.
A solenidade de reabertura contou com a presença da primeira-dama Marcela Ribeiro, do vice-prefeito Lucas Venito, da subsecretária de Envelhecimento Saudável Adriana Sales e da secretária de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas Natacha Kede.
A terapia assistida por cavalos é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo para promover o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência ou necessidades especiais. A abordagem interdisciplinar combina saúde, educação e equitação, buscando melhorar habilidades motoras, cognitivas e emocionais, como a força muscular, equilíbrio, autoestima e socialização.
A equoterapia indicada para pessoas com deficiência física, intelectual ou transtornos do desenvolvimento como Síndrome de Down, Transtorno do Espectro Autista (TEA), paralisia cerebral e microcefalia. A prática também pode ser recomendada para indivíduos com outras condições, que tenham passado por traumas, cirurgias, doenças mentais ou genéticas.
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