Objetivo da estatal brasileira é fazer boas relações e negócios com aproximação da estatal russa (Divulgação)
Representada pelo seu presidente Carlos Henrique Silva Seixas, a Nuclep, empresa criada para atender o Programa Nuclear Brasileiro e única Indústria nacional capacitada à construção e manutenção dos equipamentos nucleares mais estratégicos do Brasil, compôs a Delegação Brasileira que participou da ATOMEXPO 2002, na Rússia.
O Fórum Internacional ATOMEXPO, o principal da indústria nuclear mundial, é um evento anual promovido em parceria com a Rosatom, a Companhia Estatal de Energia Nuclear russa, com sede em Moscou.
Trata-se da maior exposição e plataforma de negócios para discutir o estado atual da indústria nuclear e definir tendências futuras.
É uma grande oportunidade para networking, contatos e assinatura de convênios e contratos de parceria, pois participam executivos das principais empresas que trabalham na indústria nuclear global, agências governamentais, organizações internacionais e não comerciais e especialistas de renome.
A delegação brasileira foi liderada pelo presidente da ENBPar, Ney Zanella dos Santos. Tamb, e composta ainda pelo do Diretor da INB, Rogério Mendes Carvalho. O Fórum aconteceu no Parque de Ciência e Arte de Sirius, primeiro território federal da Rússia localizado na costa do Mar Negro. Os Conselheiros anfitriões foram o VP da Rosatom da América do Sul, Ruan Nunes e o Assessor Estratégico, Sergei Krivolapov.
CONVITE DA ROSATOM
A participação da delegação brasileira se deu no seguinte contexto: foi um convite da Rosatom, após a assinatura de um memorando com a ENBPar que busca cooperação para estimular energia nuclear segura no Brasil e na Rússia. O documento foi assinado em setembro, durante a 66ª Conferência Geral da IAEA, em Viena, Áustria.
Para o presidente CA (RM1) Seixas, o evento é uma oportunidade ímpar para que a NuclepP possa se aproximar ainda mais da Rosatom: “Tenho a perspectiva de fomentar uma parceria em que a Rosatom utilize a nossa Nuclep como uma fábrica de componentes pesados para a América Latina. A Rosatom, por exemplo, tem a tecnologia para os Small Reactors (SMRs). A minha proposta será no sentido de que possamos fabricar os SMRs em nossa caldeiraria, baseados nos projetos desenvolvidos pela Rosatom”, afirmou.
Nesta quarta-feira (23), a delegação deixará Sirius e seguirá para Moscou onde visitará as instalações e fará reuniões na sede da Rosatom.
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