A iniciativa envolve uma área hoje praticamente sem uso, com 1.139,6 hectares (DIVULGAÇÃO / BNDES)
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai estruturar um projeto voltado à requalificação de uma extensa área da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em Seropédica, com potencial para impulsionar o desenvolvimento econômico e logístico da Região Metropolitana do Rio. A iniciativa envolve uma área hoje praticamente sem uso, com 1.139,6 hectares, dimensão equivalente a mais de dois bairros de Copacabana. Ainda há previsão para elaborar um plano integrado de desenvolvimento acadêmico e produtivo.
Nesse sentido, o acordo firmado entre o BNDES e a UFRRJ contempla etapas de diagnóstico, avaliação, estruturação e execução do projeto, com participação ativa da universidade na governança da parceria. A expectativa é que o processo de concessão da área inativa seja iniciado em 2027, abrindo caminho para novos investimentos e para a valorização do território.
Além disso, a localização do terreno é considerada estratégica por estar próxima ao Porto de Itaguaí e às margens da BR-465 e da Rodovia Presidente Dutra (BR-116), principal eixo rodoviário entre o Rio de Janeiro e São Paulo. Por isso, o espaço torna-se especialmente atrativo para a instalação de indústrias, centros tecnológicos e equipamentos logísticos voltados à exportação, fortalecendo a economia regional.
O projeto também prevê impactos diretos na geração de emprego e renda, com ações voltadas à capacitação e ao aproveitamento da mão de obra local, além da integração entre a UFRRJ, o setor produtivo e a comunidade. A experiência de iniciativas semelhantes, já estruturadas pelo BNDES em parceria com universidades como a UFRJ e a UnB, demonstra que esse modelo pode ampliar receitas patrimoniais sem comprometer a autonomia acadêmica.
Como contrapartida do futuro concessionário, está prevista ainda a implantação do EcoTec UFRRJ – Parque EcoTecnológico da Baixada Fluminense, voltado à inovação, à pesquisa aplicada e ao desenvolvimento sustentável. A proposta reforça o papel das universidades públicas como indutoras de transformações sociais, científicas e tecnológicas, contribuindo para o fortalecimento da educação, da pesquisa e da economia do estado.
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