6 dicas para equilibrar as finanças durante o desemprego

O desemprego é um dos principais desafios enfrentados pela economia brasileira e global, com impactos profundos na vida das pessoas e na sociedade. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa de desemprego no segundo trimestre de 2024 era de 6,9%, sendo 7,5 milhões de pessoas desempregadas.

A falta de oportunidades de trabalho afeta diretamente o poder de compra das famílias. Além disso, pode gerar crises pessoais, como desmotivação e problemas de saúde mental. Para que o desemprego não gere um impacto tão negativo na vida das pessoas, é importante que as finanças estejam equilibradas durante esse período. Abaixo, veja dicas de como fazer isso!

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1. Crie um orçamento detalhado

Durante o desemprego, é fundamental ajustar o orçamento familiar. Liste todas as despesas fixas, como aluguel, contas de serviços essenciais e alimentação, e corte gastos supérfluos. Tenha um controle rigoroso sobre o que entra e sai, priorizando as necessidades básicas e deixando margem para imprevistos.

2. Use a reserva de emergência com cautela

Se você possui uma reserva financeira, utilize-a com cuidado. Esse fundo é projetado para cobrir despesas essenciais em momentos de crise. Defina um valor mensal que possa ser retirado sem comprometer o período que o valor precisa cobrir.

3. Negocie prazos e valores de contas e dívidas

Durante o desemprego, negociar dívidas e reduzir as parcelas de financiamentos pode aliviar o orçamento. Entre em contato com bancos, prestadores de serviços e credores para solicitar prorrogações de prazos ou a renegociação de juros.

Freelances e trabalho temporário são boas alternativas para gerar renda e manter-se produtivo (Imagem: Roman Samborskyi | Shutterstock)

4. Busque fontes alternativas de renda

Aproveite o momento para explorar novas formas de ganhar dinheiro. Freelances, trabalhos temporários ou a venda de itens que não utiliza mais podem ser boas alternativas. Além de gerar renda, essas atividades ajudam a manter-se produtivo.

5. Evite o uso excessivo do crédito

O crédito pode parecer uma solução rápida, mas evite recorrer a ele com frequência, pois os juros podem criar uma bola de neve. Se precisar, busque alternativas com taxas menores, como empréstimos pessoais ou consignados, mas faça isso com muito planejamento.

6. Priorize a saúde mental e emocional

O desemprego é algo estressante, o que pode influenciar decisões financeiras ruins. Reserve tempo para cuidar de sua saúde mental, praticando atividades que ajudem a manter a calma, como exercícios físicos e meditação. Tomar decisões com clareza é essencial para manter as finanças equilibradas.

EdiCase Jornal Atual

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