domingo, dezembro 5, 2021
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Firjan diz que atividade produtiva da Baixada registra nova queda

Sondagem Industrial mostra que empresários aguardam recuperação financeira e estabilidade econômica para voltar a investir Em documento tornado público nesta terça-feira (28), o braço regional da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) aponta que as indústrias da Baixada Fluminense registraram nova queda da atividade produtiva em março e mantiveram os resultados negativos observados nos primeiros meses de 2019. A Sondagem Industrial do Rio de Janeiro (SIRJ), divulgada pela Firjan, é um levantamento de opinião empresarial com indicadores que variam de zero a cem pontos. Os valores abaixo de 50 indicam pessimismo ou redução e acima de 50 pontos representam otimismo ou aumento. De acordo com a pesquisa, o número de empregados também caiu na região – abaixo de 45 pontos –, reflexo da fraca atividade fabril. Já

Sondagem Industrial mostra que empresários aguardam recuperação financeira e estabilidade econômica para voltar a investir

Em documento tornado público nesta terça-feira (28), o braço regional da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) aponta que as indústrias da Baixada Fluminense registraram nova queda da atividade produtiva em março e mantiveram os resultados negativos observados nos primeiros meses de 2019. A Sondagem Industrial do Rio de Janeiro (SIRJ), divulgada pela Firjan, é um levantamento de opinião empresarial com indicadores que variam de zero a cem pontos. Os valores abaixo de 50 indicam pessimismo ou redução e acima de 50 pontos representam otimismo ou aumento.

De acordo com a pesquisa, o número de empregados também caiu na região – abaixo de 45 pontos –, reflexo da fraca atividade fabril. Já a indústria continuou operando abaixo da média histórica do indicador. Para o presidente da Firjan Caxias e região, Cláudio Lopes, os olhares dos investidores e empresários estão voltados para a reforma da Previdência. “Sabemos que o governo vive um processo de ajustes e de arrumação da casa. À medida que esse movimento passar e que a reforma ganhar acenos positivos, o ambiente vai se tornar mais favorável para os negócios”, diz ele.

Lopes acrescenta que é urgente a necessidade de reforço da segurança na Baixada Fluminense. “A nossa região concentra praticamente todo o PIB do Rio de Janeiro e problemas como roubo de carga e domínio das milícias não estão sendo olhados como deveriam pelo poder público”, sustenta.

Outro ponto que chama atenção no estudo é o compasso de espera para futuros investimentos. A SIRJ mostra que os empresários ainda aguardam a recuperação financeira das empresas e a estabilidade econômica do país para começar a reagir. “Há uma série de investimentos previstos para o estado e para a nossa região, especialmente na área naval militar. É necessário, entretanto, criar um ambiente de negócios para que eles sejam efetivados e isso, sem dúvidas, passa pela segurança”, contribui o presidente da Firjan Nova Iguaçu e região, Carlos Erane de Aguiar.

Para Aguiar, bastam alguns incentivos para que os municípios fluminenses se recuperem rapidamente. “O pontapé inicial para essa retomada será o andamento das reformas previstas para o nosso país: previdência, tributária e trabalhista. O desenvolvimento econômico exige essas mudanças”, finaliza.

A SIRJ tem o objetivo de identificar as situações passadas e expectativas futuras da indústria. O documento completo está disponível no endereço https://bit.ly/2VKys7H.

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