domingo, dezembro 5, 2021
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Africanidade é tema de evento em escola de Mangaratiba

Cerca de 450 alunos da Escola Coronel Moreira da Silva participaram na quinta-feira (21) do projeto Africanidade.  O trabalho, que envolveu alunos das turmas do 6º ao 9º ano e professores de todas as disciplinas, tinha como objetivo promover um momento de reflexão para desfazer preconceitos e atitudes discriminatórias, além de resgatar a auto-estima do aluno enquanto descendente de povos africanos.

O evento contou com apresentações de dança, capoeira, poesia, além exposições, comidas típicas, brincadeiras africanas e pintura em telhas. Além de  oficinas de brincos, turbantes, abaoni (boneca em tecido) e pintura facial.

De acordo com  a coordenadora da escola, Elizabeth de Andrade, o projeto vem para executar o que é proposto nas leis 9639/2003 e 11645/2009, que prevêem o ensino de historia e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas

Cerca de 450 alunos da Escola Coronel Moreira da Silva participaram na quinta-feira (21) do projeto Africanidade.  O trabalho, que envolveu alunos das turmas do 6º ao 9º ano e professores de todas as disciplinas, tinha como objetivo promover um momento de reflexão para desfazer preconceitos e atitudes discriminatórias, além de resgatar a auto-estima do aluno enquanto descendente de povos africanos.

O evento contou com apresentações de dança, capoeira, poesia, além exposições, comidas típicas, brincadeiras africanas e pintura em telhas. Além de  oficinas de brincos, turbantes, abaoni (boneca em tecido) e pintura facial.

De acordo com  a coordenadora da escola, Elizabeth de Andrade, o projeto vem para executar o que é proposto nas leis 9639/2003 e 11645/2009, que prevêem o ensino de historia e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas brasileiras. “É muito importante refletir sobre a história dos povos indígenas e africanos, mostrando a sua riqueza e contribuição. Além disso, pretendemos levar os alunos a se autoconhecer, se valorizar e respeitar o próximo”.

O aluno do 9º ano, Bruno Laurentino, de 16 anos, acredita que o preconceito só diminuirá com ações destes tipos. “Este trabalho faz com que as pessoas percebam que somos todos iguais e não devemos desrespeitar ninguém”.

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