O poder transformador das escolas técnicas

fevereiro 4, 2014 1 Comentário »

Série de reportagens revela potencialidades de centros de estudo como Cefet, Senai e Cetur  e os desafios para quem quer buscar neles a sua formação

RENATO REIS
renato.reis@jornalatual.com.br

Os indicadores educacionais deficientes estiveram no centro das críticas feitas por manifestantes Brasil afora, que tomaram ruas e praças de norte a sul do país nos últimos meses. Trata-se do reflexo de uma deficiência que sucessivos governos ainda não deram conta de erradicar, impedindo que a nação dê efetivos passos no rumo do desenvolvimento. Aproveitando o início de mais um ano letivo, o ATUAL inicia nesta edição uma análise sobre três unidades educacionais que são referência na formação de estudantes em nível nacional, e que estão presentes na região: o Cefet e o Senai, em Itaguaí; e o Colégio Técnico da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (Cetur), em Seropédica.

As três escolas, que vão merecer reportagens distintas nas edições subsequentes, estão numa condição muito à frente da realidade dos ensinos Básico, Fundamental e Médio. Essas classes, em geral, produzem contingentes de estudantes sem condições ideais de buscar um lugar ao sol no mundo do trabalho e do emprego, e, com isso, acabam tendo que se contentar com ocupações que não exigem qualificação. É uma realidade que vitima muitas famílias da região, às quais, ao não oferecer uma educação básica de qualidade, o país nega acesso ao sonho de construir uma vida digna através da formação educacional.

Para ter acesso à reportagem completa, assine a edição digital ou impressa do Jornal ATUAL.
Confira também nas bancas de toda região.

EM ITAGUAÍ, o Senai e o Cefet funcionam em sintonia com o crescimento industrial da região (Carlos Roberto)

EM Itaguaí, o Senai e o Cefet funcionam em sintonia com o crescimento da região (Carlos Roberto)

Um comentário

  1. Floriza carioca 04/02/2014 at 11:26 am -

    Eu queria entender, porquê um CEFET, E CTUR que são públicas são de alta qualidade.
    E um Maria de Brito e um Teotônio na vida tem um ensino de péssima qualidade?

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