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janeiro 28, 2014 Nenhum Comentário »

Equipes se empenham para criar as melhores condições de gestão da Área de Proteção Ambiental de Mangaratiba e do Parque Estadual Cunhambebe

RENATO REIS
renato.reis@jornalatual.com.br

Mantém-se em pleno curso o projeto de criar as condições ideais para a adequada utilização do Parque Estadual Cunhambebe (PEC), que, com cerca de 38 mil hectares, estende-se pelos municípios de Angra dos Reis, Mangaratiba, Itaguaí e Rio Claro. Como parte desse esforço, a gestora do complexo, a médica veterinária Cristiana Mendes; e o gestor ambiental, Lívio Bruno Oliveira, que é o coordenador de uso público do PEC, visitaram a redação do ATUAL para apresentar as prioridades relacionadas à consolidação da área, que inclui ainda a estruturação da Área de Proteção Ambiental de Mangaratiba, vizinha ao PEC, com 23 mil hectares, que terá gestão compartilhada com a do Cunhambebe.

Cristiana Mendes explica que a APA Mangaratiba e o PEC têm classificações distintas. No primeiro caso, a área é identificada como de uso sustentável, em que cabe ao poder público definir o zoneamento e as diferentes formas de ocupação das terras. No caso do Parque Estadual, no entanto, trata-se de uma área de proteção integral, em que há severas restrições de uso. Um dos desafios iniciais é exatamente sensibilizar as comunidades do entorno sobre essas condições específicas, instituindo, caso necessário, termos de compromisso com as exigências legais, desafio ao qual os gestores do PEC estão prioritariamente engajados.

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