Para dar nome às águas de Itaguaí

dezembro 19, 2013 Nenhum Comentário »

Secretaria de Ambiente faz mapeamento e dragagem, mas múltiplos nomes e irregularidades dificultam trabalho

COTIDIANO

JULIANA TORRES
juliana.torres@jornalatual.com.br

“Um trabalho emergencial”. É assim que a Secretaria de Meio Ambiente de Itaguaí caracteriza o mapeamento dos rios e córregos da cidade, que é realizado desde setembro deste ano. De acordo com a geógrafa Gisele Costa, responsável pelo projeto, além dos córregos que cortam a região, o município conta com 20 rios que totalizam 100 km de extensão. Segundo ela, a grande dificuldade do trabalho está no “reconhecimento” desses rios, pois muitos possuem mais de um nome – como, por exemplo, o Canal do Sangue, também conhecido como Canal do Viana. Além do mapeamento, a Secretaria de Meio Ambiente realiza a limpeza destes rios, mas construções ribeirinhas irregulares dificultam o acesso ao trabalho. “Há lugares que as máquinas não conseguem chegar”, afirma Gisele.

Canal do Trapiche, centro de Itaguaí: máquina realiza a limpeza do rio e equipe tenta decifrar o quebra-cabeças (Juliana Torres)

Canal do Trapiche: máquina realiza limpeza do rio e equipe tenta decifrar quebra-cabeças (Juliana Torres)

EM ANDAMENTO
O mapeamento, assim como a limpeza dos rios e córregos da cidade, começou no bairro de Chaperó, no Canal do Fernando. O Canal da Ponte Preta, também conhecido como Canal do Viena, foi o segundo a receber a dragagem. E o trabalho já deu resultados. De acordo com a geógrafa, após a limpeza do Canal do Japonês, em Chaperó, não houve mais alagamentos na região. “Antes da limpeza, com a chuva de novembro a região ficou alagada. Mas, após a dragagem, mesmo com a forte chuva do início de dezembro, não houve alagamentos”, comemora Gisele.

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