Moradores reclamam de falta de manutenção em ciclovia

janeiro 17, 2013 Nenhum Comentário »

ALÔ ATUAL

BRUNA RODRIGUES

bruna.rodrigues@jornalatual.com.br

Quem passa pela ciclovia que liga o km 49 à Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRuralRJ), em Seropédica, se depara com uma paisagem em que se destaca o mato alto e canaletas tomadas por lixo e água parada em alguns trechos. Além disso, muitas lâmpadas estão desligadas, prejudicando o lazer daqueles que se exercitam por ali, pedalando, correndo ou caminhando. O trecho que contorna o centro da cidade até o Instituto de Veterinária é o mais utilizado por ciclistas e possui 34 postes sem iluminação.

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NO TRECHO mais utilizado por ciclistas a falta de manutenção favorece o crescimento do mato. (FOTOS BRUNA RODRIGUES)

Muitos alunos declaram estar indignados com a falta de uma iluminação adequada. “Outro dia mesmo sofri um acidente, caí por que não conseguia enxergar nada”, lamenta o estudante de jornalismo João Pedro Araújo. O mesmo sentimento é o das moradoras Laura Loredo e Juracy Costa, que caminham todas as tardes pelo local. Com a iluminação precária, elas temem sofrer assaltos e atropelamentos. Segundo Laura, já houve até mesmo casos de violência sexual. “Nós não sabemos o que pode sair desse matagal”, comenta.

SEROPÉDICA - Moradores reclamam de falta de manutenção em ciclovia 2

ADEPTAS DE caminhadas, Laura Loredo e Juracy Costa reclamam do descuido com a ciclovia é frequente. (FOTOS BRUNA RODRIGUES)

Apesar de reconhecer a existência do problema, o secretário municipal de Serviços Públicos de Seropédica disse que a limpeza da ciclovia só deve acontecer dentro de um mês. “Queremos limpar a cidade e o cemitério antes. Só em fevereiro daremos atenção a esta localidade”, adiantou Caio Ferreira. Ele justifica que o prazo foi estabelecido porque a prioridade é dar atenção às localidades que enfrentam problemas causados pelas chuvas.

Prefeito substituto da UFRRJ, Célio Costa disse que a responsabilidade da iluminação é da universidade. Ele alega, no entanto, que o problema ainda não foi resolvido por causa de entraves burocráticos. “Estamos aguardando a legalização dos caminhões de reparos. Esperamos resolver dentro de quinze dias”, prometeu.

 

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