Mangaratiba: Arqueologia e memória nas ruínas do Sahy

julho 25, 2014 Nenhum Comentário »

Arqueólogos e historiadores de diversas universidades iniciam resgate histórico de um momento de opulência que a cidade viveu na época do Império

RENATO REIS

Corria o Século XIX quando, numa época de grande progresso para Mangaratiba, uma figura se destacava no Rio de Janeiro por suas posses e pelo fato de ser comendador da Imperial Ordem de Cristo, oficial da Imperial Ordem da Rosa e coronel da Guarda Nacional pelo imperador D. Pedro II.  Tratava-se de Joaquim José de Sousa Breves, o mais opulento fazendeiro de café no Brasil Imperial, que chegou a ter cinco milhões de pés de café e ser proprietário de mais de seis mil escravos. O comendador Breves possuía 18 fazendas em terras que se estendiam do litoral sul-fluminense até o sul do estado de Minas Gerais e que deram origem a cidades fluminenses como Mangaratiba, São João Marcos, Rio Claro, Piraí, Engenheiro Paulo de Frontin, Barra do Piraí, Pinheiral, Mendes, Vassouras, Valença e Rio das Flores.

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Ruínas do Sahy: estudo pretende resgatar aspectos do apogeu da economia cafeeira e um dos períodos mais cruéis da história do Brasil. (Foto Welington Campos)

Ruínas do Sahy: estudo pretende resgatar aspectos do apogeu da economia cafeeira e um dos períodos mais cruéis da história do Brasil. (Foto Welington Campos)

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