Uma solução distante de Itaguaí

julho 2, 2014 Nenhum Comentário »

Apesar de eficaz, fiação subterrânea está longe de fazer parte do cotidiano do itaguaiense

BIANCA GARCIA

Já imaginou uma cidade sem falta de energia elétrica por fios envolvidos em galhos de árvores? Ou sem qualquer interferência na qualidade de transmissão por ventos e fortes chuvas? Ou mesmo uma cidade sem que os fios de energia elétrica e telefonia transformem-se em morada de pombos? Não é este o caso de Itaguaí, mas poderia se fossem feitos projetos de reurbanização. Apesar da maioria das cidades brasileiras optar pela fiação aérea, algumas poucas, e não tão distantes, já substituíram por fiações subterrâneas. É o caso da charmosa cidade de Petrópolis. Uma cidade não tão distante dos eixos cariocas faz jus à beleza, que não é só pela história, mas também pela organização, que pode deixar quem conhece a desorganização de Itaguaí de queixo caído. A cidade é Petrópolis. A pouco mais de 100 km de Itaguaí, a cidade da Região Serrana ocupa uma área de 795,7 mil km² e possui, segundo o último senso do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 295,9 mil habitantes. Sendo menor – tanto no espaço em que ocupa quanto na quantidade de habitantes que abriga – qual a dificuldade de Itaguaí em uma reurbanização que atrairia, no mínimo, dezenas de vantagens?

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Fiações aéreas na rua Amélia Louzada transformaram-se em pontos de aterrissagem de pombos e outros pássaros (Foto Bianca Garcia)

Fiações aéreas na rua Amélia Louzada transformaram-se em pontos de aterrissagem de pombos e outros pássaros (Foto Bianca Garcia)

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