Relojoeiros: uma tradição que não se limita ao tempo

maio 28, 2014 Nenhum Comentário »

ATUAL conversa com três relojoeiros tradicionais do centro de Itaguaí e percebe temor quanto ao rumo da profissão

BIANCA GARCIA
JULIANA TORRES

Tic-tac, tic-tac, tic-tac. Esse é o barulho que Alex, Reinaldo e Joaquim escutam pelo menos oito horas por dia. Os relojoeiros, que trabalham em diferentes relojoarias no centro de Itaguaí, contaram ao ATUAL sobre a difícil tarefa de ser um profissional que conserta relógios em pleno século consumista, cuja cultura é comprar e quase nunca consertar. A tradição das relojoarias e dos relojoeiros parece exceder o passar do tempo e se mantém viva no centro de um município que não parece ter muito avanço. O fato de consertar relógios, porém, não é falta de desenvolvimento, mas permanência em uma cultura que ainda sabia consertar as coisas ao invés de jogar fora.

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A minuciosidade das peças requer muita atenção na hora do conserto dos relógios. Profissionais apontam que dedicação e amor são algumas das exigências para se manter no ofício (Bianca Garcia)

A minuciosidade das peças requer muita atenção na hora do conserto dos relógios. Profissionais apontam que dedicação e amor são algumas das exigências para se manter no ofício (Bianca Garcia)

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