Debate acirrado, mas sem efeitos

março 19, 2014 Nenhum Comentário »

WELINGTON CAMPOS
RENATO REIS

Na sessão da Câmara Municipal de Itaguaí, na terça-feira (11), os vereadores Jailson Barboza e Silas Cabral se envolveram numa discussão que chegou a ameaçar os limites da racionalidade. O pomo da discórdia foi a decisão do primeiro de votar sistematicamente contra as propostas do prefeito Luciano Mota para marcar posição contra iniciativas como a demissão de funcionários incorporados à folha de pagamento municipal no apagar das luzes do governo Charlinho. Num apaixonado discurso em que elencava suas convicções, Jailson acendeu a pólvora ao comparar o colega a um camaleão no momento em que Silas criticou o ex-prefeito pela decisão de convocar funcionários pouco antes de deixar o cargo. Foi o suficiente para se estabelecer o bate-boca que fez o presidente da sessão termina-las às pressas, temendo um mal maior. Passado o terremoto verbal, o ATUAL conversou com os dois parlamentares, constatando que o palavrório, felizmente, não produziu efeitos colaterais, como mostram as entrevistas que seguem. “Isso é discussão de vereador mesmo. Através destas discussões calorosas é que a gente chega a soluções imprescindíveis para o povo”, contemporiza Jailson. “Acabou a discussão na tribuna somos amigos do mesmo jeito. Fomos colegas de turma no colégio e ele é um grande vereador”, concorda Silas Cabral.

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Após discussão na Câmara, vereadores Jailson e Silas analisam o seu papel no Legislativo (Arquivo ATUAL)

Após discussão na Câmara, Jailson e Silas analisam o seu papel no Legislativo (Arquivo ATUAL)

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