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Jul 20, 2018 Last Updated 1:48 PM, Jul 20, 2018

Chacina deixa seis mortos em Mangaratiba

UMA EQUIPE da Defesa Civil fez o recolhimento dos corpos, observada por moradores UMA EQUIPE da Defesa Civil fez o recolhimento dos corpos, observada por moradores FOTO REPRODUÇÃO
Publicado em Polícia
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Corpos com perfurações de arma de fogo foram encontrados numa mesma casa na localidade conhecida como Parque Bela Vista

 BARBÁRIE Os moradores da localidade conhecida como Parque Bela Vista, no centro de Mangaratiba, acordaram na manhã de ontem, terça-feira (3), sob o impacto da aterradora notícia de que seis pessoas foram baleadas e mortas na comunidade, por razões que a polícia ainda está investigando. Para os moradores não habituados a esse tipo de ocorrência, o episódio ganhou contornos de terror, colocando a cidade diretamente na crônica policial por meio de um fato dos mais dramáticos num contexto de violência que atinge todo o estado do Rio de Janeiro. 

A guarnição acionada para tomar as primeiras providências relacionadas à apuração da chacina relatou no boletim de ocorrência registrado na 165ª DP (Mangaratiba), que por volta das 2h10 chegou à 1ª Companhia do 33º BPM (Angra dos Reis) um chamado dando conta da ocorrência de homicídio na localidade. Ao chegarem no local indicado, na Estrada RJ-14, nas proximidades do número 501, os policiais militares constataram que havia cinco corpos no interior de uma casa, além de um cadáver no telhado de uma residência vizinha. Todos os corpos apresentavam perfurações de arma de fogo. 

Segundo a Polícia Militar, os mortos foram identificados como Michele Nunes da Silva, Rayane Nunes da Silva, Jonathan Nunes Muniz, Rafael da Silva Motta, Bruno Souza dos Santos e Claudenir Pinto Francelino. O resgate dos corpos foi acompanhado de cenas de desespero por parte de conhecidos das vítimas, que, segundo as primeiras informações, seriam da mesma família. O local foi isolado e uma equipe da Polícia Civil foi acionada para realizar a perícia e iniciar as investigações. Uma viatura da Defesa Civil foi utilizada na remoção dos corpos, levados depois para o Instituto Médico Legal, em Angra dos Reis.