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Apr 23, 2018 Last Updated 4:35 PM, Apr 20, 2018

Polícia cumpre mandados de prisão em Mangaratiba

Publicado em Polícia
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MANGARATIBA Atendendo despacho da desembargadora Gizelda Leitão Teixeira, do II Grupo de Câmaras Criminais do Tribunal de Justiça do estado do Rio de Janeiro, a polícia desencadeou uma grande operação nesta segunda-feira (9) para cumprir mandados de prisão contra 13 pessoas envolvidas em processo relacionados a crimes como formação de quadrilha, crime contra a paz pública, uso de documento falso, crime contra a fé pública, coação no curso do processo, crime contra a administração da justiça, crime da lei de licitações, dentre outros.

 

Relatora da Ação Penal nº 0018465-33.2015.8.19.0000, a desembargadora Gizelda Leitão Teixeira acentuou em seu despacho que o exame dos autos informou estarem esgotadas as instâncias ordinárias com o julgamento dos declaratórios opostos pelas defesas, sendo, portanto, incabíveis recursos com efeitos suspensivos junto às cortes superiores. Com isso, foi aberto o caminho para a execução das penas privativas de liberdade impostas no acórdão unânime proferido pelo II Grupo de Câmaras Criminais.

 

Os processos a que se refere a magistrada envolvem os crimes que resultaram na prisão do ex-prefeito de Mangaratiba, Evandro Bertino Jorge, o Evandro Capixaba; e do então secretário municipal de Segurança, Sidnei Jose Ferreira da Silveira, ambos já presos. A decisão da Justiça foi motivada por denúncia do Ministério Público, que além da prisão de acusados, pediu à Justiça a indisponibilidade dos bens de envolvidos e a suspensão do exercício funcional de todos os servidores públicos arrolados no processo, acusados de promoverem licitações irregulares no município nos anos de 2011 e 2012.

 

Segundo informações divulgadas pela imprensa, as investigações do Ministério Público se voltaram para 44 pessoas ao todo, inclusive servidores de Mangaratiba e empresários. “Expedidos os referidos mandados de prisão, sejam encaminhados à autoridade policial para o devido cumprimento, adotando-se as providências legais devidas”, despachou a desembargadora.