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May 21, 2018 Last Updated 1:48 PM, May 18, 2018

Mangaratiba busca incentivos para a pesca em Brasília

Publicado em Poder
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Secretário Municipal de Agricultura e Pesca se reúne com diretor nacional da pesca em busca de incentivos para os pescadores artesanais da cidade

ENCONTRO O secretário de Agricultura e Pesca de Mangaratiba Adalberto Basílio se reuniu, na última quarta-feira (25), na sede do Incra, em Brasília, com o diretor da Secretaria Nacional da Pesca, Marcos Palma. O motivo: a busca por incentivos e programas que beneficiem os pescadores artesanais do município.

O encontro durou cerca de três horas e o secretário municipal apresentou algumas demandas do município ao diretor nacional da pesca. Entre elas: a situação dos quilombolas da Ilha da Marambaia, onde 190 famílias necessitam de melhorias em suas moradias e no saneamento; o Programa Nacional de Moradia Rural, que pode beneficiar tanto agricultores como pescadores; as dificuldades da emissão da Carteira Nacional do Pescador, por parte dos pescadores artesanais do município; a possibilidade de um Termo de Cooperação Técnica, para que o pescador seja incluído na DAP (Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), sendo habilitados a fornecer seus pescados para a merenda escolar.

“O diretor foi muito solicito e disse que vai se empenhar em nos ajudar. Quanto a Carteira Nacional do Pescador, ele prometeu em resolver os transtornos em cerca de duas semanas. Quanto aos quilombolas ele se mostrou muito interessado no tema e nos pediu que enviasse o material do DNA da comunidade para que possa de imediato agir nessa frente. Destacou que existe o recurso e já estamos contactando os representantes da comunidade quilombola para juntos podermos brigar por esses recursos que trarão as melhorias”, destacou o secretário.

Adalberto também apresentou a Marcos Palma o projeto de criação de uma Escola Técnica do Pescador, onde os descendentes dos profissionais poderão aprender a tradição, costumes e a profissão a fundo. “Temos que incentivar essas pessoas para que não abandonem a tradição da família. Eles têm que entender que muitas vezes o seu sustento e seu futuro estão ali, bem próximos. O que temos que fazer é incentivá-los a pensar assim”, concluiu o secretário.