Dec 17, 2017 Last Updated 2:11 PM, Dec 15, 2017

Destaques

Firjan defende votação da refo…

Federação reunirá os prefeitos fluminenses e parlamentares para alertar sobre o ...

Itaguaí promove campanha de im…

Equipe de imunização de Itaguaí recomenda regularização do cartão de vacina de c...

Prefeitura repara tubulação de…

MELHORIA- Em mais uma mobilização que dá sequência aos esforços da Prefeitura de...

Servidores prometem presença na sessão ordinária de hoje

Publicado em Poder
Ler 1036 vezes
Avalie este item
(0 votos)

Sepe faz convocação urgente para que trabalhadores compareçam à Câmara de Itaguaí esta noite

Dilceia Norberto

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

PRESENTE A abertura dos trabalhos na Câmara de Vereadores de Itaguaí aconteceu na terça-feira (1) de maneira tranquila, com fala apenas daqueles que se autodenominaram pertencentes ao bloco suprapartidário. Os parlamentares governistas nada declararam. Assim, a primeira sessão do segundo semestre de 2017 se deu de maneira tranquila, pois não havia presença marcante de servidores insatisfeitos com a condução do governo itaguaiense e com o apoio que a Casa tem dado a ele.

No entanto, a sessão ordinária da noite de hoje, quinta-feira (3), promete ser diferente. Temendo a entrada na pauta de alguma matéria relacionada ao funcionalismo público, o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe / Itaguaí) fez uma convocação de urgência para que servidores da educação das redes municipal e estadual compareçam à sessão. “Convocação de urgência! Sessão da Câmara Municipal, com possibilidade de votação prejudicial aos servidores”, informa cartaz de convocação do Sepe publicado em redes sociais.

Mas não é só o pessoal da educação que está marcando um encontro para a noite de hoje na Câmara. Os servidores da saúde e da assistência social também prometeram ocupar as cadeiras da plateia do salão nobre da Casa. O objetivo é pressionar os parlamentares a apoiar a causa do funcionalismo municipal, que continua com vencimentos como salários, 13º e férias atrasados.

Desde que o atual governo tomou posse, os servidores afirmam que há uma constante tentativa de retirada de direitos do funcionalismo. Exemplo disso é a questão da migração da educação para o regime de 40 horas, que foi retirada pela Secretaria de Educação, devolvida pela Justiça e como o governo recorreu, a questão está nos tribunais. Mas os servidores sabem que muitas questões vão passar pela Câmara e que a base de apoio do governo tem passado como um rolo compressor sobre todos os projetos que os vereadores da oposição, ou melhor, do bloco suprapartidário apresentam e que consideram fonte de gastos para o Executivo.

 

Na primeira sessão ordinária deste semestre, os servidores não marcaram presença, mas os parlamentares que não fazem parte dos governistas usaram a tribuna e criticaram atitudes do Executivo, como a exoneração de servidores, as péssimas condições das unidades de saúde, como já denunciado pelos servidores em greve, e as condições precárias de várias escolas do município. Tais situações já foram denunciadas pelo funcionalismo público há algum tempo, mas parece que os eleitos pelo sufrágio popular não está dando a atenção esperada.