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Câmara é contra a mudança de segmentos na educação

Publicado em Poder
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Por unanimidade, parlamentares aprovaram a indicação que solicita ao Poder Executivo a não retirada da educação infantil e do ensino fundamental das escolas do município

 

INDIGNAÇÃO- Após os embates envolvendo os pedidos de urgência dos projetos de lei encaminhados pelo Executivo para suspender alguns direitos dos servidores municipais, a Câmara Municipal de Itaguaí (CMI) aprovou, por unanimidade, a indicação do vereador Ivan Charles (PSB), o Ivanzinho, solicitando ao Poder Executivo a não separação da educação infantil e o ensino fundamental 1 (do pré ao 5º ano) das unidades escolares.

Antes da aprovação das matérias, o vereador Ivanzinho foi até a tribuna da e relatou a falta de consideração do Executivo com as mudanças radicais na educação do município.

Segundo o parlamentar, além do fechamento das três unidades de ensino Santa Rosa, Camilo Cuquejo e Taciano Basílio, a secretária de Educação e Cultura, Andreia Busatto, quer transferir o primeiro segmento de uma escola para outra unidade. “Há uma responsabilidade muito grande nessa transferência. Sabemos do grau de violência que o município vem passando com a falta de policiamento e de guardas municipais. Eu faço um apelo para que além das escolas não fecharem, que essa mudança nos segmentos não venha acontecer. Como falei na sessão da semana passada, se isso acontecer, vai ser uma chacina educacional que será promovida nesta cidade”, disse Ivanzinho.

Para o vereador, não se pode permitir que esse absurdo venha acontecer em Itaguaí . “Não podemos aceitar o que esse governo e essa secretária de Educação querem impor passando por cima de toda a comunidade e fazendo o que bem entendem. Como educador e parlamentar, não admito essa tamanha falta de respeito com a população. Não admito e deixo aqui a minha indignação em relação a atitude desse governo ”, concluiu Ivanzinho.

 

Ainda durante a sessão de terça-feira (21), servidores protestaram contra aprovação de dois pedidos de urgência encaminhados pelo Poder Executivo para suspender alguns direitos dos servidores. Antes da aprovação, os manifestantes gritavam palavras de ordem contra os vereadores da base governista, principalmente, contra o presidente da CMI, o vereador Rubens Vieira (PTN). Com gritos de vergonha, os manifestantes deixaram o plenário indignados. 

 

WELINGTON CAMPOS

 

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