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Apr 23, 2018 Last Updated 4:35 PM, Apr 20, 2018

Vacinação contra a febre amarela continua nas ilhas, em Itaguaí   

Agentes de controle de endemia visitam as casas à procura de possíveis focos do mosquito Agentes de controle de endemia visitam as casas à procura de possíveis focos do mosquito FOTO DIVULGAÇÃO/PMI
Publicado em Cotidiano
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PREVENÇÃO A Secretaria de Saúde de Itaguaí, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente, continua com o programa de vacinação contra a febre amarela nas ilhas e áreas de difícil acesso do município. A ação visa reforçar o “cinturão” de proteção aos moradores que vivem em regiões que existem maiores possibilidades de contrair a doença.

Sem registro de casos de febre amarela nos últimos anos, os agentes da Saúde percorreram as residências instaladas nas ilhas, para vacinar os moradores. “O objetivo deste trabalho é levar a vacina para aquelas pessoas que vivem nas ilhas. Além de serem imunizados, fazemos um cadastro de todos que receberam a vacina. O mesmo acontece nas localidades de difícil acesso de Itaguaí, onde as equipes fazem a imunização destes moradores. Neste caso, são moradores que vivem em sítios ou trabalham neles”, explica a coordenadora de Imunização do município, Nubia Grazziela. “Esta ação da Secretaria de Saúde segue uma estratégia que funciona no país, o de criar um bloqueio nos limites de Itaguaí e imunizando quem vive em regiões de mata ou próximas aos limites do município. O importante deste trabalho não é a quantidade, mas a qualidade da vacinação. Estamos atendendo moradores que muitas vezes não procuram uma das unidades de saúde para serem vacinados”, diz a coordenadora de Imunização.

COMBATE À DENGUE

Além da vacinação, agentes de controle de endemia visitam as casas à procura de possíveis focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, Zika e da Chikungunya. Segundo o coordenador do Programa Municipal de Controle de Endemia, Washington Ambrósio, o trabalho em conjunto tem trazido resultados positivos. “Os moradores das ilhas e das áreas de difícil acesso têm facilitado muito o trabalho dos nossos agentes, que buscam possíveis criadouros do inseto”, diz.

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