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May 22, 2018 Last Updated 1:15 PM, May 22, 2018

Concessionária apresenta balanço dos atropelamentos e abalroamentos

Em 2017, casos surgiram por uma atitude de má avaliação de riscos por parte dos envolvidos Em 2017, casos surgiram por uma atitude de má avaliação de riscos por parte dos envolvidos FOTO DIVULGAÇÃO/MRS
Publicado em Cotidiano
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No período, foram registrados 103 acidentes na malha MRS. Índice poderia chegar a zero através da adoção de uma cultura de segurança

LEVANTAMENTO- Ao longo de todo o ano de 2017, nos 105 municípios nos quais a empresa está presente, foram registrados 103 atropelamentos e abalroamentos. Isto representa, em média, menos de um acidente por cidade. Se compararmos esses números ao registrado em 2016, período muito positivo, em que houve 93 atropelamentos ou abalroamentos, chega-se a um aumento de, aproximadamente, 10%. Resultado que, apesar de muito bom se comparado a outros modais, é um alerta para pedestres e motoristas que atravessam a ferrovia.

Juiz de Fora/MG ainda é o município mais crítico com relação às ocorrências ferroviárias na malha sob administração da MRS, foram 15 no total. Em seguida, completam a lista das cidades com mais ocorrências Santos Dumont/MG (7), Itaguaí/RJ (7), Paraíba do Sul/RJ (6), Três Rios/RJ (5), e Suzano/SP (4).

UM ALERTA, AINDA MAIOR, NO PERÍODO DO CARNAVAL

A MRS desenvolve, nesta época do ano, ações com foco nos foliões que transitam nas proximidades da ferrovia durante o período, em que há maior fluxo de pessoas atravessando as passagens em nível.

“Durante o Carnaval, por conta da maior movimentação nas ruas e do aumento da ingestão de álcool, sempre intensificamos as operações de segurança. Reforçamos efetivos, principalmente, em cidades de veraneio como as da Baixada Fluminense e Baixada Santista, promovendo blitzes e campanhas de conscientização com panfletagem de material educativo sobre segurança ferroviária”, destaca a gerente de Segurança Patrimonial, Karla Roberta.

NOSSAS AÇÕES

100% dos atropelamentos e abalroamentos registrados pela MRS em 2017 foram causados por um componente de má avaliação de riscos por parte dos envolvidos. Entre as principais causas estão a desatenção, a pressa, o uso de dispositivos móveis ao atravessar a ferrovia, ou seja, a imprudência, de forma geral, além do efeito do álcool e das drogas nos envolvidos.