Nov 17, 2017 Last Updated 5:46 PM, Nov 17, 2017

Protesto pela saúde dos portadores de deficiência

Secretário Municipal de Saúde, Carlos Graça ouviu os responsáveis por crianças com necessidades especiais, com problemas no atendimento no CAPS Secretário Municipal de Saúde, Carlos Graça ouviu os responsáveis por crianças com necessidades especiais, com problemas no atendimento no CAPS FOTO Cleiton Bezerra
Publicado em Cotidiano
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Em frente a prefeitura, parentes pedem atenção especial para crianças especiais

 

 

 PROTESTO - Mães de crianças portadoras de deficiência fizeram um manifesto em frente a Prefeitura de Itaguaí, ontem (8) a tarde para reivindicar a normalização nos atendimentos no Centro de Atenção Psicossocial (CAPSI), Centro Municipal de Atendimento Especializado (CEMAEE), o método de equoterapia e a presença de mediadores nas escolas municipais. Segundo Ana Paula Salles, seu filho João Guilherme Salles, de 9 anos, portador de paralisia cerebral, dislexia e TDAH depende do serviço público para tratar o filho. No entanto, o CAPS, por exemplo, está há um ano e meio com deficiência no atendimento. “Falta tudo. Falta de medicamento, falta de profissional, falta atendimento, mesmo com ordem judicial. Nosso sofrimento é real”, desabafa Ana Paula que recolheu um abaixo-assinado com mais de 700 assinaturas. “Isso é uma humilhação, é de respeito, é descaso”, completou.

O secretário municipal de saúde, Carlos José Guimarães Graça ouviu as solicitações dos manifestantes e prometeu dar atenção especial para a situação do CAPS. “A gente têm algumas faltas pontuais, mas estamos procurando resolver de forma pontual. Tenho uma afinidade pelos pacientes especiais, porque eu tenho gente na minha família que tem problema de saúde mental” disse o André Graça que afirmou que há dois meses um neurocirurgião pediatra assumiu o atendimento do CAPS para agilizar as consultas, já que a unidade estava sem médico especialista há mais de um ano. O secretário admitiu que a situação econômica em que Itaguaí está passando afetou no orçamento destinado para a saúde. Sem recursos financeiros a saúde pública da cidade adoece. Sem medicamentos, insumos e a greve dos servidores da saúde, devido a falta de pagamento, os serviços prestados a população deixaram de funcionar normalmente. “Vamos dar as mãos e juntos vamos sair desse poço profundo”, concluiu o secretário.

 

 Renata Pires

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