Jun 29, 2017 Last Updated 3:00 AM, Jun 28, 2017
Redação

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FLAGRANTE Durante uma operação de retirada de barricadas na Rua Ary Parreira, no bairro Ueda, na manhã desta quarta-feira (28), policiais militares da 5ª Cia/Itaguaí do 24º BPM (Queimados), prenderam um homem suspeito de associação ao tráfico de drogas.

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Segundo a assessoria do prefeito, ao todo serão pagos R$ 8,5 milhões referentes aos salários de 2.594 servidores

 

ADIANTAMENTO O prefeito de Seropédica, Anabal Barbosa de Souza, anunciou que está programado para esta sexta-feira (30) o pagamento dos salários dos servidores estatutários, contratados e comissionados, referentes ao mês de junho e, sem desconto algum, a metade do 13º salário de todo funcionalismo. Segundo a assessoria do prefeito, ao todo serão pagos R$ 8,5 milhões aos 2.594 servidores.

Na nota que comunica o pagamento dos salários na sexta, a assessoria do prefeito enfatiza ainda que o fato ocorre seis meses depois de Anabal liquidar as dívidas de quatro meses de salários atrasados que herdou da administração anterior. O texto informa também que o compromisso financeiro da Prefeitura de Seropédica se torna realidade num momento em que mais de 200 mil servidores estaduais ainda não receberam o 13º salário de 2016 e os meses de abril, maio e junho.

Apesar do tom entusiasmado embutido no texto encaminhado à imprensa e divulgado em rede social do município, o prefeito Anabal disse que não está fazendo mais do que a sua obrigação. Ele lembrou ainda que retomou o comando da prefeitura em janeiro último, num momento de crise na economia do país, com reflexos gravíssimos no estado do Rio e em quase todas as cidades da Região Metropolitana.

Anabal disse que além da crise financeira, ainda tem de enfrentar problemas que classifica como gravíssimos. “O último deles surgiu agora: acabo de ser informado de que a administração anterior deixou uma dívida de mais de R$ 10 milhões com o INSS. Vamos ter que negociar com o Governo Federal mais esta dívida”, resignou-se.

Segundo o prefeito, a saúde pública da cidade não funcionava, as escolas estavam caindo aos pedaços, o funcionalismo desmotivado com os salários atrasados, dentre outros problemas. “Resisti a pressões de todos os lados para economizar o dinheiro do povo. Agradeço a Deus, em primeiro lugar, por me iluminar nos momentos difíceis; à minha equipe de trabalho e aos vereadores, que me ajudam a enfrentar a realidade que é administrar um município com muitos problemas”, concluiu Anabal.

 

 

 

 

 

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O filho de Claudia Regina dos Santos desapareceu no dia 11 de maio. Desde então, ela o procura em toda parte

Dilceia Norberto

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PEREGRINAÇÃO Quando a história começou, em 2014, não se podia imaginar um final feliz. Mas nunca se teria ideia de uma busca incansável, mas também infrutífera até aqui. Assim tem sido a história de Claudia Regina Silva dos Santos, de 40 anos. Comerciante, mas acima de tudo, uma mãe que quer encontra seu filho. Vivo ou morto.

Lucas dos Santos Honorato, de 20 anos, filho mais velho de Claudia, está desaparecido desde o dia 11 de maio deste ano. Ele foi visto pela última vez nas proximidades do Clubinho, no centro da cidade de Itaguaí. O jovem pode ter sido vítima de seu envolvimento com o tráfico de drogas da cidade.

A própria Claudia Regina afirma que seu filho usava maconha e andava em más companhias. “Nós protegemos o Lucas de várias maneiras. Ele teve herpes encefálica e tomava remédios controlados como Gardenal. Esses remédios são muito fortes e ele ficava dopado, então nós ficávamos tomando conta, até para ele não usar drogas. Ele ficou três meses apreendido no Instituto Correcional Padre Severino quando tinha 14 anos, por invadir a Escola Municipal Senador Teotônio Vilella. Eu sei que o Lucas andava com o pessoal da criminalidade por ter sido criado junto com os outros , naquele local. Mas eu acredito que meu filho não trabalhava na boca de fumo. Eu sei que ele usava drogas”, conta Claudia.

EXTORSÃO

Durante a Copa do mundo de 2014, em uma festa no centro da cidade, um disparo de arma de fogo foi efetuado e tentaram esconder a arma. O revolver desapareceu e tal desaparecimento foi atribuído a Lucas. A partir daí, os traficantes passaram a cobrar o valor da arma de Claudia, mãe do jovem.

“Na Copa do mundo, ele saiu com a bicicleta e nós encontramos com ele. Eu mandei ele ir para casa, mas os meninos, que eu não conhecia, disseram que ele iria depois porque estava esperando uma namorada. Ele chegou em casa cerca de uma hora e meia depois, sem a bicicleta. Ele disse que tinha emprestado. Três dias depois começaram a falar que ele tinha perdido uma ‘peça’. Eu pensei que’ peça’ fosse droga. Eu realmente não sabia o que era. Então, vieram me cobrar o valor de R$ 5 mil por essa ‘peça’, que eu vim a descobrir que era um revolver calibre 32”.

Claudia forçou o filho a contar o porquê de ele ter desaparecido com a arma e, segundo ela, Lucas disse que tinha entrado num lugar perto da feira e passou a arma para o outro lado. O rapaz contou à mãe que a polícia teria entrado no local, mas não sabia se os policiais haviam pegado o revolver. “Eu perguntei a ele porque que ele fez isso. Ele disse que o pessoal pediu para ele fazer aquilo porque ele era magro e pequeno e passava pelo buraco”, contou Claudia.

A extorsão durou até o mês de agosto de 2014, quando o Ministério Público recebeu uma denúncia de que estava havendo crime de ‘saidinha de banco’ na agência do Banco do Brasil. Policiais do Grupo de Apoio aos Promotores (GAP) ficaram de tocaia e observaram a movimentação e agitação de Claudia, que tentava pagar mais uma parcela da extorsão pelo desaparecimento da arma de fogo. Quando dois homens se aproximaram dela, os agentes deram voz de prisão e todos foram levados para a 50ª DP (Itaguaí). Lá, a comerciante teve que contar o que de fato estava acontecendo.

“Foi marcado um dia para pagar a extorsão. Eu paguei um valor de R$ 1 mil. Depois disso, os criminosos ficaram em cima querendo o restante do dinheiro. Passamos a receber vários telefonemas pressionando para pagarmos o restante do valor. Até que marcaram para eu pagar mais uma parcela na feira. Ninguém apareceu para eu dizer que não tinha conseguido o dinheiro. Depois eu marquei para entregar o dinheiro no banco”, esclarece.

Os criminosos apareceram, mas Claudia disse que não tinha conseguido o dinheiro. Tudo que ela tinha eram R$ 50. Ela pediu a um dos bandidos que ficasse com R$ 40, porque ela ia precisar de R$ 10 para a passagem. Neste momento, os agentes do GAP apareceram.

Na delegacia, Claudia teve que contar o que de fato estava acontecendo e provar que não tinha envolvimento com o tráfico de drogas. Alguns envolvidos no caso foram presos e condenados pela Justiça.

Claudia acredita que o desaparecimento do filho esteja relacionado com uma audiência judicial de um dos envolvidos no caso, no dia 10 de maio. “No dia 11, Lucas recebeu uma mensagem como se fosse de uma menina insistindo muito para ele ir. Ele foi e nunca mais apareceu”, lamenta a mãe.

BUSCAS

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) está investigando o caso. Isso porque, apesar de não haver um corpo, é lá que fica o setor de desaparecidos. Desde o desaparecimento, Claudia já foi ao IML de Campo Grande três vezes, quatro vezes no centro do Rio, duas vezes no IML de Angra dos Reis e duas vezes no de Nova Iguaçu. “Eu fui a todos os hospitais. Só não fui dentro de favelas. Mas eu pergunto às pessoas se não viu algum menino assim (aponta para a camisa com a foto do filho). Mas ninguém nunca viu. É impossível que ninguém tenha visto alguma coisa”, ressalta a mãe desesperada para encontrar o filho.

A polícia tem feito buscas para encontrar o corpo de Lucas pela cidade de Itaguaí. A primeira busca foi realizada no dia 17 de maio. A segunda, no dia 20 do mesmo mês. A última busca foi feita no dia 9 de junho. Todas essas buscas foram feitas a partir de ligações e bilhetes anônimos sobre o local onde estaria o corpo.

“Recebemos uma ligação, avisando que o pessoal do tráfico sairia do local, para que a polícia fosse buscar o corpo. Depois apareceu um mapa no portão, indicando o local do corpo. Falaram que ele estava numa cova rasa, com um pé para o lado de fora e com uma sunga preta e que era para irmos lá. Nós andamos 157 quilômetros dentro do canal e não tinha absolutamente nada. Depois recebemos um outro bilhete dizendo que talvez o corpo do Lucas esteja na Reta. Eu conversei com o DPO e ele disse que faria as buscas. Eles disseram que fizeram as buscas, agora em junho, mas eu não vi viatura alguma da PM no local”, conta Claudia.

AUTORIDADES

Claudia alega estar sofrendo coação por parte dos envolvidos no caso de extorsão. O caso foi registrado na 50ª DP. “É um caso muito complexo. Existem pontos bem confusos em toda essa história. Sabemos que há um fato: o filho dela desapareceu. O desaparecimento está sendo investigado na DH. Aqui vamos investigar o caso de coação”, disse o delegado titular da 50ª DP, Alexandre Leite, que ainda acrescentou que nesses casos, depois de certo tempo, é muito difícil encontrar um corpo.

Para o MP, a história de Claudia também é, em certo momento, confuso, mas alguns fatos são irrefutáveis como o desaparecimento do filho. “O MP tem feito de tudo para ajudá-la a encontrar o filho. Mas acreditamos que as pessoas estejam enganando ela. Qual o interesse de um traficante matar alguém, esconder o corpo e depois revelar onde escondeu tal corpo? Isso não passa de trote. Mas a ajudamos no que é possível”, diz um agente do GAP.

Claudia tem pouca esperança de encontrar Lucas com vida, mas continua a busca pelo filho. Vivo ou morto.

 

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O filho de Claudia Regina dos Santos desapareceu no dia 11 de maio. Desde então, ela o procura em toda parte

Dilceia Norberto

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PEREGRINAÇÃO Quando a história começou, em 2014, não se podia imaginar um final feliz. Mas nunca se teria ideia de uma busca incansável, mas também infrutífera até aqui. Assim tem sido a história de Claudia Regina Silva dos Santos, de 40 anos. Comerciante, mas acima de tudo, uma mãe que quer encontra seu filho. Vivo ou morto.

Lucas dos Santos Honorato, de 20 anos, filho mais velho de Claudia, está desaparecido desde o dia 11 de maio deste ano. Ele foi visto pela última vez nas proximidades do Clubinho, no centro da cidade de Itaguaí. O jovem pode ter sido vítima de seu envolvimento com o tráfico de drogas da cidade.

A própria Claudia Regina afirma que seu filho usava maconha e andava em más companhias. “Nós protegemos o Lucas de várias maneiras. Ele teve herpes encefálica e tomava remédios controlados como Gardenal. Esses remédios são muito fortes e ele ficava dopado, então nós ficávamos tomando conta, até para ele não usar drogas. Ele ficou três meses apreendido no Instituto Correcional Padre Severino quando tinha 14 anos, por invadir a Escola Municipal Senador Teotônio Vilella. Eu sei que o Lucas andava com o pessoal da criminalidade por ter sido criado junto com os outros , naquele local. Mas eu acredito que meu filho não trabalhava na boca de fumo. Eu sei que ele usava drogas”, conta Claudia.

EXTORSÃO

Durante a Copa do mundo de 2014, em uma festa no centro da cidade, um disparo de arma de fogo foi efetuado e tentaram esconder a arma. O revolver desapareceu e tal desaparecimento foi atribuído a Lucas. A partir daí, os traficantes passaram a cobrar o valor da arma de Claudia, mãe do jovem.

“Na Copa do mundo, ele saiu com a bicicleta e nós encontramos com ele. Eu mandei ele ir para casa, mas os meninos, que eu não conhecia, disseram que ele iria depois porque estava esperando uma namorada. Ele chegou em casa cerca de uma hora e meia depois, sem a bicicleta. Ele disse que tinha emprestado. Três dias depois começaram a falar que ele tinha perdido uma ‘peça’. Eu pensei que’ peça’ fosse droga. Eu realmente não sabia o que era. Então, vieram me cobrar o valor de R$ 5 mil por essa ‘peça’, que eu vim a descobrir que era um revolver calibre 32”.

Claudia forçou o filho a contar o porquê de ele ter desaparecido com a arma e, segundo ela, Lucas disse que tinha entrado num lugar perto da feira e passou a arma para o outro lado. O rapaz contou à mãe que a polícia teria entrado no local, mas não sabia se os policiais haviam pegado o revolver. “Eu perguntei a ele porque que ele fez isso. Ele disse que o pessoal pediu para ele fazer aquilo porque ele era magro e pequeno e passava pelo buraco”, contou Claudia.

A extorsão durou até o mês de agosto de 2014, quando o Ministério Público recebeu uma denúncia de que estava havendo crime de ‘saidinha de banco’ na agência do Banco do Brasil. Policiais do Grupo de Apoio aos Promotores (GAP) ficaram de tocaia e observaram a movimentação e agitação de Claudia, que tentava pagar mais uma parcela da extorsão pelo desaparecimento da arma de fogo. Quando dois homens se aproximaram dela, os agentes deram voz de prisão e todos foram levados para a 50ª DP (Itaguaí). Lá, a comerciante teve que contar o que de fato estava acontecendo.

“Foi marcado um dia para pagar a extorsão. Eu paguei um valor de R$ 1 mil. Depois disso, os criminosos ficaram em cima querendo o restante do dinheiro. Passamos a receber vários telefonemas pressionando para pagarmos o restante do valor. Até que marcaram para eu pagar mais uma parcela na feira. Ninguém apareceu para eu dizer que não tinha conseguido o dinheiro. Depois eu marquei para entregar o dinheiro no banco”, esclarece.

Os criminosos apareceram, mas Claudia disse que não tinha conseguido o dinheiro. Tudo que ela tinha eram R$ 50. Ela pediu a um dos bandidos que ficasse com R$ 40, porque ela ia precisar de R$ 10 para a passagem. Neste momento, os agentes do GAP apareceram.

Na delegacia, Claudia teve que contar o que de fato estava acontecendo e provar que não tinha envolvimento com o tráfico de drogas. Alguns envolvidos no caso foram presos e condenados pela Justiça.

Claudia acredita que o desaparecimento do filho esteja relacionado com uma audiência judicial de um dos envolvidos no caso, no dia 10 de maio. “No dia 11, Lucas recebeu uma mensagem como se fosse de uma menina insistindo muito para ele ir. Ele foi e nunca mais apareceu”, lamenta a mãe.

BUSCAS

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) está investigando o caso. Isso porque, apesar de não haver um corpo, é lá que fica o setor de desaparecidos. Desde o desaparecimento, Claudia já foi ao IML de Campo Grande três vezes, quatro vezes no centro do Rio, duas vezes no IML de Angra dos Reis e duas vezes no de Nova Iguaçu. “Eu fui a todos os hospitais. Só não fui dentro de favelas. Mas eu pergunto às pessoas se não viu algum menino assim (aponta para a camisa com a foto do filho). Mas ninguém nunca viu. É impossível que ninguém tenha visto alguma coisa”, ressalta a mãe desesperada para encontrar o filho.

A polícia tem feito buscas para encontrar o corpo de Lucas pela cidade de Itaguaí. A primeira busca foi realizada no dia 17 de maio. A segunda, no dia 20 do mesmo mês. A última busca foi feita no dia 9 de junho. Todas essas buscas foram feitas a partir de ligações e bilhetes anônimos sobre o local onde estaria o corpo.

“Recebemos uma ligação, avisando que o pessoal do tráfico sairia do local, para que a polícia fosse buscar o corpo. Depois apareceu um mapa no portão, indicando o local do corpo. Falaram que ele estava numa cova rasa, com um pé para o lado de fora e com uma sunga preta e que era para irmos lá. Nós andamos 157 quilômetros dentro do canal e não tinha absolutamente nada. Depois recebemos um outro bilhete dizendo que talvez o corpo do Lucas esteja na Reta. Eu conversei com o DPO e ele disse que faria as buscas. Eles disseram que fizeram as buscas, agora em junho, mas eu não vi viatura alguma da PM no local”, conta Claudia.

AUTORIDADES

Claudia alega estar sofrendo coação por parte dos envolvidos no caso de extorsão. O caso foi registrado na 50ª DP. “É um caso muito complexo. Existem pontos bem confusos em toda essa história. Sabemos que há um fato: o filho dela desapareceu. O desaparecimento está sendo investigado na DH. Aqui vamos investigar o caso de coação”, disse o delegado titular da 50ª DP, Alexandre Leite, que ainda acrescentou que nesses casos, depois de certo tempo, é muito difícil encontrar um corpo.

Para o MP, a história de Claudia também é, em certo momento, confuso, mas alguns fatos são irrefutáveis como o desaparecimento do filho. “O MP tem feito de tudo para ajudá-la a encontrar o filho. Mas acreditamos que as pessoas estejam enganando ela. Qual o interesse de um traficante matar alguém, esconder o corpo e depois revelar onde escondeu tal corpo? Isso não passa de trote. Mas a ajudamos no que é possível”, diz um agente do GAP.

Claudia tem pouca esperança de encontrar Lucas com vida, mas continua a busca pelo filho. Vivo ou morto.

 

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CONQUISTA O atleta itaguaiense, Uriel Dias, de 17 anos, fez bonito no Campeonato Brasileiro de Taekwondo, realizado no último fim de semana, na cidade de Londrina, no Paraná.

Uriel conquistou a primeira medalha nacional da modalidade para Itaguaí. Ele ficou em terceiro lugar na categoria 68kg juvenil. Com a medalha de bronze, Uriel Dias conseguiu ficar entre os cinco melhores do Brasil.

A competição organizada pela Confederação Brasileira de Taekwondo reuniu 550 atletas de todo o Brasil. O evento valeu 20 pontos no Sistema Nacional de Ranking. Nos resultados gerais, o estado anfitrião – Paraná – foi o grande campeão do evento, seguido de Santa Catarina, na segunda posição, e de São Paulo, em terceiro lugar.

Uriel Dias, que participou do Brasileiro representando o Estado do Rio de Janeiro, faz parte da equipe Fenix Taekwondo (projeto social realizado na Igreja Água da Vida), em Itaguaí.

 

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ROUBO Um homem foi preso na manhã desta quarta-feira (28) ao tentar roubar a sapataria ‘Mirella Calçados’, na Avenida Doutor Curvelo Cavalcante, no centro de Itaguaí. De acordo com o gerente da loja, Jefferson Matos, o meliante teria entrado na loja por voltas das 10h, quando ele fazia reunião com parte dos funcionários.

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ROUBO Um homem foi preso na manhã desta quarta-feira (28) ao tentar roubar a sapataria ‘Mirella Calçados’, na Avenida Doutor Curvelo Cavalcante, no centro de Itaguaí. De acordo com o gerente da loja, Jefferson Matos, o meliante teria entrado na loja por voltas das 10h, quando ele fazia reunião com parte dos funcionários.

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Pareceres da CCJR favoráveis a projetos de Willian Cezar foram derrubados na Câmara de Itaguaí

Dilceia Norberto

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Homens de pé. Assim aconteceu a sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Itaguaí. Com presença dos 17 parlamentares, a base governista reprovou quase todos os pareceres favoráveis aos projetos de lei do vereador de oposição Willian Cezar (PSB). No entanto, tudo começou antes mesmo da leitura dos pareceres.

Logo após a leitura da ata anterior e dos expedientes recebidos e expedidos, Willian Cezar usou a tribuna para pedir dispensa de interstício para as matérias que compunham a pauta do dia, com exceção de uma matéria. Tão logo a solicitação foi posta em votação, em movimento orquestrado pelo líder do governo, Sandro da Hermínio (PT do B), os vereadores da base de poio do governo Charlinho se puseram de pé. A partir daí, já podia-se imaginar o que vinha pela frente.

Os edis de oposição André Amorim (PR) e Genildo Gandra (PDT) conseguiram aprovar suas propostas. Em um dado momento, o pedetista até fez gesto com as mãos, pedindo que os colegas permanecessem sentados, para aprovar parecer favorável da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) à matéria que trata da proibição do tráfego de caminhões e carretas transportando lixo de outros municípios na Estrada de Santa Rosa e Estrada de Chaperó.

Willian Cezar conseguiu obter aprovação para o parecer da CCJR sobre a matéria que substitui o nome da unidade básica de saúde Vila Geni, para unidade básica de saúde Dr. Alfredo de Carvalho Maia. De resto, nada passou. O parecer da mesma comissão sobre o projeto que dispõe sobre a proibição de exoneração de servidores contratados com salários atrasados foi reprovado. Entre os governistas, apenas o vereador Vinicius Alves (PRB) permaneceu sentado. Não se sabe se por convicção, distração ou preguiça mesmo.

Outro parecer reprovado foi o que dava conta da apresentação de uma lista no site da prefeitura com os medicamentos que a rede municipal de saúde dispõe. Embora a lei tenha sido retirada da votação, na sessão do dia 20, por sugestão do líder do governo, para apreciação do secretário de Saúde, Carlos Graça, o parecer favorável à matéria foi sumariamente reprovado.

No final, a reprovação foi sobre uma lei que dava conta da divulgação de lista de espera para vagas na educação infantil no município. O autor afirmou que era uma questão de transparência. “As as pessoas chegam para um vereador e pede que este arrume uma vaga para ela. Essa não é uma função nossa. Se eu digo que um vereador não consegue arrumar vaga, a pessoa diz que a vizinha conseguiu com o vereador x. Não estou dizendo que isso está acontecendo com essa Casa. Se a mãe se inscreveu, ela tem direito de saber quem está na frente dela. É pela transparência”, clamou o vereador.

Waldemar Ávila (PHS) usou a tribuna em apoio ao colega e também mencionou a questão da transparência. “Acredito que não haja qualquer obstáculo à aprovação do parecer. Hoje você digita na internet e consulta ‘sócios’. Você consegue saber quem é sócio de uma empresa ou outra. Essa semana, tomamos conhecimento de que a empresa que ganhou a licitação na prefeitura se chama Vale Sul. E com esses mecanismos de transparência, a gente consegue verificar que a Vale Sul foi sócia da Litorânea (empresa de Charlinho) num consórcio. Então, essa questão da transparência é bom para a gente avaliar”, ironizou Waldemar.

Apesar dos apelos pela transparência, o bloco governista reprovou o parecer. Mas vale destacar que dessa vez, permaneceram sentados os vereadores Gil Torres (PTN) e Vinicius Alves.

 

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Pareceres da CCJR favoráveis a projetos de Willian Cezar foram derrubados na Câmara de Itaguaí

Dilceia Norberto

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Homens de pé. Assim aconteceu a sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Itaguaí. Com presença dos 17 parlamentares, a base governista reprovou quase todos os pareceres favoráveis aos projetos de lei do vereador de oposição Willian Cezar (PSB). No entanto, tudo começou antes mesmo da leitura dos pareceres.

Logo após a leitura da ata anterior e dos expedientes recebidos e expedidos, Willian Cezar usou a tribuna para pedir dispensa de interstício para as matérias que compunham a pauta do dia, com exceção de uma matéria. Tão logo a solicitação foi posta em votação, em movimento orquestrado pelo líder do governo, Sandro da Hermínio (PT do B), os vereadores da base de poio do governo Charlinho se puseram de pé. A partir daí, já podia-se imaginar o que vinha pela frente.

Os edis de oposição André Amorim (PR) e Genildo Gandra (PDT) conseguiram aprovar suas propostas. Em um dado momento, o pedetista até fez gesto com as mãos, pedindo que os colegas permanecessem sentados, para aprovar parecer favorável da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) à matéria que trata da proibição do tráfego de caminhões e carretas transportando lixo de outros municípios na Estrada de Santa Rosa e Estrada de Chaperó.

Willian Cezar conseguiu obter aprovação para o parecer da CCJR sobre a matéria que substitui o nome da unidade básica de saúde Vila Geni, para unidade básica de saúde Dr. Alfredo de Carvalho Maia. De resto, nada passou. O parecer da mesma comissão sobre o projeto que dispõe sobre a proibição de exoneração de servidores contratados com salários atrasados foi reprovado. Entre os governistas, apenas o vereador Vinicius Alves (PRB) permaneceu sentado. Não se sabe se por convicção, distração ou preguiça mesmo.

Outro parecer reprovado foi o que dava conta da apresentação de uma lista no site da prefeitura com os medicamentos que a rede municipal de saúde dispõe. Embora a lei tenha sido retirada da votação, na sessão do dia 20, por sugestão do líder do governo, para apreciação do secretário de Saúde, Carlos Graça, o parecer favorável à matéria foi sumariamente reprovado.

No final, a reprovação foi sobre uma lei que dava conta da divulgação de lista de espera para vagas na educação infantil no município. O autor afirmou que era uma questão de transparência. “As as pessoas chegam para um vereador e pede que este arrume uma vaga para ela. Essa não é uma função nossa. Se eu digo que um vereador não consegue arrumar vaga, a pessoa diz que a vizinha conseguiu com o vereador x. Não estou dizendo que isso está acontecendo com essa Casa. Se a mãe se inscreveu, ela tem direito de saber quem está na frente dela. É pela transparência”, clamou o vereador.

Waldemar Ávila (PHS) usou a tribuna em apoio ao colega e também mencionou a questão da transparência. “Acredito que não haja qualquer obstáculo à aprovação do parecer. Hoje você digita na internet e consulta ‘sócios’. Você consegue saber quem é sócio de uma empresa ou outra. Essa semana, tomamos conhecimento de que a empresa que ganhou a licitação na prefeitura se chama Vale Sul. E com esses mecanismos de transparência, a gente consegue verificar que a Vale Sul foi sócia da Litorânea (empresa de Charlinho) num consórcio. Então, essa questão da transparência é bom para a gente avaliar”, ironizou Waldemar.

Apesar dos apelos pela transparência, o bloco governista reprovou o parecer. Mas vale destacar que dessa vez, permaneceram sentados os vereadores Gil Torres (PTN) e Vinicius Alves.

 

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Agência passa a funcionar no prédio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos.

 

NOVA UNIDADE O prefeito de Seropédica, Anabal Barbosa de Souza, participou nesta terça-feira (27), da reinauguração da agência do Sistema Nacional de Emprego (Sine) na cidade. O novo Sine está localizado na antiga Estrada Rio-São Paulo, km 40, no prédio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos. “O Sine é de suma importância para o município, tendo em vista que atua no controle do pagamento do Seguro-Desemprego, na emissão de Carteira de Trabalho e diversos outros serviços”, anunciou a Secretaria Municipal de Comunicação, Turismo e Eventos.

Localizado no Km 40, o posto do Sine já recebe currículos desde 21 de junho, e, segundo a assessoria do prefeito, já contabiliza mais de cinco mil atendimentos. O chefe do Executivo de Seropédica ressaltou a importância de uma instituição como Sine atuar servindo à população e aproveitou para agradecer ao secretário de estado de Trabalho e Renda, Milton Rattes, pela cooperação na implantação da nova sede.

A assessoria do prefeito informou ainda que empresas como a RIP Serviços Industriais já possuem ofertas de emprego cadastradas no site. Atrás dessas oportunidades, centenas de pessoas estiveram presentes na inauguração no intuito de cadastrarem seus currículos. O secretário Milton Rattes salientou que haverá também um esforço para qualificar mão de obra destinada a atuar em áreas que necessitam hoje de profissionais não disponíveis na cidade e região. Segundo ele, essa preparação será oferecida por meio de parcerias com instituições como o Sesi e o Senac.

Também participaram da inauguração o vice-prefeito Amaurildo Soares, o subsecretário de estado de Trabalho e Renda, Mário Júnior; e os vereadores Bruno do Depósito e Waguinho do Emiliano.

 

 

 

 

 

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