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Jul 19, 2018 Last Updated 12:59 PM, Jul 18, 2018
Polícia

Polícia (605)

OPERAÇÃO Policiais militares da 5ª Companhia do 24° BPM (Queimados) deflagraram uma operação na comunidade do Engenho, em Itaguaí, na última sexta-feira (8).

Equipes da Marinha e do Corpo de Bombeiros encerraram as buscas após encontrar o último corpo

 TRAGÉDIA NO MAR Na tarde desta segunda-feira (11) a Marinha encontrou o último corpo desaparecido no naufrágio evolvendo duas embarcações de pescadores que afundaram, na madrugada da última sexta-feira (8), na Baía de Sepetiba, na localidade conhecida com “Laminha”, próximo ao Porto de Itaguaí. Segundo o Corpo de Bombeiros, 12 corpos foram resgatados, nove socorridos com vida.

De acordo com a Aplim foi o maior acidente da Ilha em mais de 50 anos

ACIDENTE Duas embarcações de pescadores naufragaram, na madrugada da última sexta-feira (8), na Baía de Sepetiba, na localidade conhecida com “Laminha”, próximo ao Porto de Itaguaí. Segundo o Corpo de Bombeiros, 11 corpos foram resgatados, nove socorridos com vida e um segue desaparecido. 

Proposta visa à autonomia administrativa e financeira da corporação, que atualmente é subordinado à Seseg

 

AUDIÊNCIA PÚBLICA A presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), deputada Martha Rocha (PDT), anunciou que abrirá consulta pública para receber as reivindicações dos policiais civis sobre o projeto de lei 3.296/14, do deputado Zaqueu Teixeira (PSD), que cria a Lei Orgânica da instituição. A informação foi divulgada durante audiência pública realizada na segunda-feira (4).

“Queremos abrir o diálogo para alcançar todos os policiais civis do estado. A consulta pública é importante para agentes que atuam fora da capital fluminense. Depois de quinze dias, a equipe do deputado Zaqueu, que é autor da proposta, vai apresentar um substitutivo ao texto original. Depois, novamente discutiremos o tema em outra audiência pública”, afirmou Martha Rocha.

De acordo com Zaqueu Teixeira, os principais objetivos da proposta são a autonomia administrativa e financeira da instituição, que atualmente é subordinada à Secretaria de Estado do Segurança (Seseg), além da reorganização dos cargos e a participação dos agentes na escolha do chefe da Polícia Civil. “Queremos fortalecer a Polícia Civil. Sem liberdade para escolher onde aplicar os recursos, a instituição fica enfraquecida. É necessário realizar concursos para reforçar o efetivo, por exemplo. Hoje em dia, só existem 8,5 mil agentes no Rio. Os policiais também precisam ter seus cargos reorganizados e participar da escolha de uma lista tríplice de nomes para o governador escolher o chefe da instituição”, destacou o parlamentar.

Reivindicações

Para o presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sindpol), Márcio Garcia, a futura lei orgânica deverá estipular melhores critérios de promoção e remoção dos agentes. Ele também pediu um maior planejamento das carreiras, com a unificação dos cargos de investigador, inspetor e oficiais de cartório. “Essa reorganização vai ser melhor para os agentes e para o governo, já que esses cargos têm o mesmo tipo de trabalho. A promoção dos policiais também deve ser mais bem definida. É necessário criar um mecanismo de promoção que não dependa de liberação de número de vagas no cargo superior para que o agente não espere anos para ser promovido”, afirmou o policial.

Projeto do gabinete de intervenção

Presente na audiência, o assistente da subchefia operacional da Polícia Civil, Flavio Brito, informou que o gabinete de intervenção da área de segurança no Rio também está realizando estudos para enviar um projeto de Lei Orgânica da Polícia Civil à Alerj. Ele destacou que a proposta é uma das prioridades dos generais Braga Neto e Richard Nunes, respectivamente interventor de segurança e chefe de Polícia Civil do Estado do Rio. “A Polícia Civil não pode mais ser regida por decretos e resoluções que são modificados a qualquer momento. Já estamos finalizando o nosso projeto para apresentarmos à Alerj. É muito importante a atuação do deputado Zaqueu que também criou uma proposta sobre o tema. Quando apresentarmos o nosso texto, os parlamentares poderão discutir e acatar o que acharem melhor”, disse.

FLAGRANTE Um suspeito morreu durante uma troca de tiros com a polícia na madrugada de quinta-feira (7), no Centro de Angra dos Reis. De acordo com informações da Polícia Militar, os agentes faziam um patrulhamento na localidade, quando viram um grupo de homens na esquina da Rua das Palmeiras com a Rua Coronel Carvalho.

Após a morte de um jovem, traficantes ordenam o fechamento de lojas e bares do bairro Santana

Parte do comércio localizado no bairro Santana, em Itaguaí, fechou as portas no início da tarde desta quarta-feira (6) por determinação de supostos traficantes que atuam no local. Segundo informações extraoficiais, a ordem partiu dos criminosos um dia depois que um jovem foi morto na comunidade.

A submetralhadora HK MP5, apreendida em Itaguaí, não é a mesma usada no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes. O resultado da perícia realizada na arma, apreendida em uma operação contra a milícia que controla áreas do município, na noite da última quarta-feira, foi negativo.

Dois suspeitos de tráfico de drogas foram presos e farta quantidade de drogas apreendidas, em uma operação que terminou ainda com a apreensão de um fuzil.  De acordo com policiais militares do 33º Batalhão, a operação aconteceu no bairro Belém, na Rua Vivaldo Vaz, na terça-feira (5).

Policiais da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher da Zona Oeste (Deam-Oeste) prenderam, na terça-feira (5), Renan de Oliveira Bahia França, acusado de estupro.

 Instituto de Relações Internacionais reúne movimentos de favela, academia e ONGs para debater efeitos da política de drogas e limites de abordagens alternativas

 REFLEXÃO Começa hoje e vai até a sexta-feira (8), na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), o seminário “Drogas e Violência nas Américas: as alternativas no limite; os limites das alternativas”, com o objetivo de confrontar narrativas entre governo, academia e as populações mais afetadas pela chamada “guerra às drogas” nas Américas. A proposta é também sinalizar caminhos alternativos em termos de políticas públicas, por meio do mapeamento de iniciativas ditas “inovadoras” e da discussão sobre os limites dessas políticas.

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