Jun 28, 2017 Last Updated 11:49 PM, Jun 27, 2017

Atividades parcialmente interrompidas na Escola de Música Chiquinha Gonzaga

Diretor musical e professor de contrabaixo da Escola de Música, Person Tupinambá Diretor musical e professor de contrabaixo da Escola de Música, Person Tupinambá FOTO CLEITON BEZERRA
Publicado em Cotidiano
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Maior parte das atividades da instituição está parada e não tem previsão de retorno

 

CLEITON BEZERRA
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MÚSICA A Escola Municipal de Música Chiquinha Gonzaga, localizada na Rua Amélia Louzada no centro de Itaguaí, funciona parcialmente hoje. Os cursos de violão, bateria, teclado, guitarra e sax, por exemplo, estão sem professores e mais de 200 alunos foram afetados. Como a instituição é vinculada à Secretaria de Educação e Cultura ela também está proibida de realizar contratações, no momento.

Segundo o diretor musical da Escola e professor de contrabaixo, Person Tupinambá, existe uma ação no Ministério Público que impede a contratação dos funcionários. “Isso é por conta de uma série de reivindicações, de sindicatos, de políticos e tudo mais. E por conta dessas questões não houve contratações. Nós trabalhamos com seis, sete funcionários contratados. Hoje nós só temos três funcionários efetivos, que trabalham como professores”, contou o diretor musical, que foi contratado no início de fevereiro, em seleção anterior ao processo seletivo interrompido em março.

Atualmente, as aulas em funcionamento são guiadas pelos professores: Gabriel, curso de musicalização infantil e aula de teoria; Kátia, curso de técnica vocal e aula de teoria; e Giuvana, curso de canto coral infantil, grupo vocal e aula para alunos especiais. Além de Person Tupinambá, que também dá aulas de contrabaixo.

As aulas na instituição começaram em março e 300 alunos em média eram atendidos, entre projetos e cursos regulares. “Nós iniciamos as aulas com todos os professores pensando que seria formalizada a contratação em março. Porém, logo que começou o processo para contratação veio essa decisão da justiça, que impediu a sua continuidade”, explicou o diretor musical, Peson Tupinambá.

EM FALTA

As vagas que não foram preenchidas são: duas para professor de violão; uma para professor de bateria; uma para professor de teclado; uma para professor de guitarra; e uma para professor de sax, flauta e teoria.

Como o problema não é de competência da administração da Escola de Música, Person acredita que a Secretaria de Educação e Cultura buscará alternativas e soluções para o problema. “Nessa questão quem está encarregado de agir é a Secretaria de Educação e Cultura, então nós estamos aguardando. Ela deve estar buscando outros meios legais, claro, para a contratação desses profissionais”, finalizou Person Tupinambá.